Gênero textual carta e ensino: considerações sobre a tradição epistolar

Gutemberg Oldack, Elane Santos e Santos, Rosana Carvalho Brito, Zenaide de Oliveira Novais Carneiro, Mariana Fagundes de Oliveira Lacerda

Resumo


Neste artigo, apresentam-se algumas considerações acerca do gênero carta, enfocando seu percurso histórico, o conceito de tradições discursivas, estruturas que se repetem ao longo do tempo em um determinado contexto, e a possibilidade de empregar o gênero “carta do leitor”no ensino de língua. 


Texto completo:

PDF

Referências


BAKTHIN, M. Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria da Educação Fundamental, Brasília: 1997.

BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 1996.

DICIONÁRIO AULETE DIGITAL. Disponível em: . Acesso em 27 jul. 2017.

DICIONÁRIO AURÉLIO DIGITAL. Disponível em: . Acesso em 27 jul. 2017.

DÓREA, Juraci. Cartas de Eurico Alves: fragmentos da cena modernista. Feira de Santana: UEFS Editora, 2012.

DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências Didáticas para o Oral e a Escrita: Apresentação de um Procedimento.In: DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercados das Letras, 2004.

GERALDI, João Wanderley. Da redação à produção de textos. In: GERALDI, J.W.; CITELLI, B. (orgs.) Aprender e ensinar com textos de alunos. Vol. 1. São Paulo: Cortez, 1997.

KABATEK, Johannes. Tradições discursivas e mudança lingüística. In: LOBO, Tâniaet. al. (Org.).Para a história do português brasileiro. Salvador: EDUFBA, 2006. v. 6, t. 2. p. 505-527. Disponível em:

.

Acesso em: 28 jul. 2017.

MARCOTULIO, Leonardo Lennertz. A preservação das faces e a construção da imagem no discurso político do marquês do Lavradio: as formas de tratamento como estratégias de atenuação da polidez linguística. 2008. 215 f. Dissertação (Mestrado em linguística) – Universidade federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.

MARCOTULIO, Leonardo Lennertz. Língua e história: o 2º marquês do Lavradio e as estratégias linguísticas da escrita no Brasil colonial. Rio de Janeiro: Ítaca, 2010.

MARCUSCHI, L. A.. A Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.

MARQUILHAS, Rita. A faculdade das letras: Leitura e escrita em Portugal no séc. XVII. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2000.

PESSOA, Marlos de Barros. Da carta a outros gêneros textuais. In: DUARTE, Maria EugênciaLamoglia; CALLOU, Dinan (Org.). Para a história do português brasileiro: notícias de corpora e outros estudos. v.4. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ/FAPERJ, 2002.

PESSOA, Marlos de Barros. Transformação da tradição discursiva “requerimento”: séculos XVIII e XX. In: LOBO, Tânia et. al. (Org.). Para a história do português brasileiro. Salvador: EDUFBA, 2006. v. 6, t. 2. p. 505-527. Disponível em: . Acesso em: 28 jul. 2017.

ROJO, Roxane. A prática de linguagem na sala de aula:praticando os PCNs. Campinas: Mercado de Letras, 2000.

SANTIAGO, Huda da Silva. Um estudo do português popular brasileiro em cartas pessoais de “mãos cândidas” do sertão baiano. 2012. 2v. 256f. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) –Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, 2012. Disponível em: . Acesso em: 3 jun. 2017.




DOI: http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i3.2043

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Universidade Estadual de Feira de Santana

A Cor das Letras está indexada em: 
 
 

A Revista A Cor das Letras está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

ISSNe 2594-9675 
ISSN-L 1415-8973