O discurso educacional e a propagação de (pre) conceitos

Marcio Jean Fialho de Sousa

Resumo


A responsabilidade do professor de educação infantil e das séries iniciais é decisiva para toda a carreira acadêmica da criança e para a formação da sua cidadania, claro que os pais têm maior responsabilidade nesse processo, porém não é possível ignorar a ação dos professores nesse ínterim, mas quanto a isso, seria necessário um outro espaço para essa discussão. Deste modo, o objetivo desta comunicação é promover um debate acerca dos discursos educacionais como formador de conceitos a partir de dois textos literários, a saber “A menina Vitória”, de 1965, escrito pelo angolano Arnaldo Santos, e “A menina do lápis de cor”, de Silvana Martins. Como base teórica, a justificativa se dá pela aplicação das leis 10,639, de 2003, e à 11.645, de 2008, e pelas questões de linguagem trabalhadas por Kabengele Munanga (2005-2006), Maria Antonieta Alba Celani (2005) e Ruth Amossy (2005).

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Referências


AMOSSY, Ruth (Org.). Imagens de si no discurso: a construção do ethos. São Paulo: Contexto, 2005.

CARVALHO, Francione Oliveira. LIMA, Dulcilei da Conceição. Relações Étnico-raciais: A presença negra no Brasil. São Paulo: Editora Mundo Mirim, 2012.

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MUNANGA, Kabengele. “Algumas considerações sobre “raça”, ação afirmativa e identidade negra no Brasil: fundamentos antropológicos”. In: Revista USP. N. 68. SP: USP, 2005-2006.

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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/cl.v19i3.3702

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