MULTIPLICIDADE E SUBJETIVIDADE : A DIFERENÇA ENTRE O EU PROFUNDO E O EU SUPERFICAL

PABLO ENRIQUE ABRAHAM ZUNINO

Resumo


Este artigo examina a relação entre multiplicidade e subjetividade à luz do pensamento de Henri Bergson, sobretudo nos capítulos iniciais do Ensaio sobre os dados imediatos da consciência (1889). Nessa obra, o filósofo concebe a noção de “duração” como multiplicidade qualitativa, diferente da multiplicidade quantitativa que caracteriza ao espaço. Essa diferenciação nos permitirá compreender dois aspectos da subjetividade – o “eu profundo” e o “eu superficial” – e como eles se relacionam com o problema da ação e da liberdade humana.

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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i37.3518

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eISSN: 2359-6384