LIBERDADE COMO ESSÊNCIA HUMANA: O PROBLEMA DO SUJEITO NO JOVEM MARX

Cristian Arão

Resumo


Este artigo possui como objetivo analisar a questão da essência humana na obra do jovem Marx. Apresentando uma perspectiva contrária à ideia da existência de um corte epistemológico que cria duas fases absolutamente distintas na filosofia de Marx, pretende-se argumentar que o conceito de essência desenvolvido nos manuscritos de 1844 constitui-se como um importante fundamento para o materialismo histórico. Dessa forma, é oferecida também uma perspectiva diferente do argumento que defende a existência de um antimaterialismo
relacionado ao conceito “essência”. A interpretação da essência humana como liberdade permite compreender que não há nada de extra-material na definição do ser humano, pois a única característica que sempre acompanhará o homem é a capacidade de se autotransformar através da atividade prática.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i39.4583

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eISSN: 2359-6384