EPISTEMOLOGIA FEMINISTA - NAOMI SCHEMAN

Autores

  • Rafaela Missaggia Vaccari Universidade Federal de Santa Maria
  • Gisele Dalva Secco Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

DOI:

https://doi.org/10.13102/ideac.v1i42.5058

Resumo

Este texto é uma tradução de “Feminist epistemology”, artigo de Naomi Scheman originalmente publicado em Metaphilosophy (v. 26, n.3, de julho de 1995) e republicado na coletânea Shifting Ground - Knowledge and Reality, Transgression and Trustworthiness (como parte da Studies in feminist philosophy, da Oxford University Press, 2011). No artigo, Scheman elucida de diferentes maneiras como “feminista” é um qualificativo legítimo para qualquer epistemologia que conceda relevância às experiências de mulheres como sujeitos de conhecimento, sem, no entanto, abrir espaço para relativismos. Ao argumentar em favor da pertinência de uma epistemologia aberta à diversidade que a perspectiva feminista proporciona, Scheman acaba por propor também um alargamento da noção de objetividade, revelando prolíficas conexões entre epistemologia e política por meio de uma reflexão sobre normas epistêmicas.  

Palavras-chave: sujeitos de conhecimento, objetividade, mulheres, normas epistêmicas.


Biografia do Autor

Rafaela Missaggia Vaccari, Universidade Federal de Santa Maria

Graduanda em Bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Gisele Dalva Secco, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Professora Adjunta do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Pesquisadora CAPES-Cofecub

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Publicado

2020-12-17

Edição

Seção

Dossiê