NEM RORTY, NEM HABERMAS, NEM MARX: POR UMA FILOSOFIA DA PRÁXIS POIÉTICO-MATERIALISTA, NÃO LINGUOCÊNTRICA

José Crisóstomo de Souza

Resumo


Nesse breve ensaio ofereço o esboço, condensado, de um ponto de vista prático-poiético, sensível, em filosofia, em diálogo crítico principalmente com os neo-pragmatismos linguocêntricos de Jürgen Habermas e Richard Rorty, com boa parte do pragmatismo clássico e, por fim, com o materialismo prático-dialético de Karl Marx. Faço isso com base nas noções, propostas por mim, de intencionalidade prático-sensível, de realidade e de nós próprios como atividade sensível, da ação humana como eminentemente poiética, também objetivação e apropriação, e, por conclusão, aponto para uma reconsideração do papel dos objetos nas nossa práticas, interações e mesmo auto-constituição, e faço um aceno a consequências políticas, democráticas, do referido ponto de vista.

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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i41.5543

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eISSN: 2359-6384