NEM RORTY, NEM HABERMAS, NEM MARX: POR UMA FILOSOFIA DA PRÁXIS POIÉTICO-MATERIALISTA, NÃO LINGUOCÊNTRICA

Autores

  • José Crisóstomo de Souza Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.13102/ideac.v1i41.5543

Resumo

Nesse breve ensaio ofereço o esboço, condensado, de um ponto de vista prático-poiético, sensível, em filosofia, em diálogo crítico principalmente com os neo-pragmatismos linguocêntricos de Jürgen Habermas e Richard Rorty, com boa parte do pragmatismo clássico e, por fim, com o materialismo prático-dialético de Karl Marx. Faço isso com base nas noções, propostas por mim, de intencionalidade prático-sensível, de realidade e de nós próprios como atividade sensível, da ação humana como eminentemente poiética, também objetivação e apropriação, e, por conclusão, aponto para uma reconsideração do papel dos objetos nas nossa práticas, interações e mesmo auto-constituição, e faço um aceno a consequências políticas, democráticas, do referido ponto de vista.

Referências

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Publicado

2020-07-16

Edição

Seção

Artigos