MORTALIDADE INFANTIL POR DOENÇA FALCIFORME NA BAHIA: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

Jéssica Teixeira Ramos, Geisiane Rodrigues Paes, Fernanda Antônia de Jesus, Daniela Sousa Oliveira, Emanuella Soares Fraga Fernandes, Barbara Teixeira Carvalho, Sinara Patrícia Alves Rocha Ávila Fagundes

Resumo


Descrever o perfil epidemiológico dos óbitos infantis por transtorno falciforme na Bahia em crianças menores de um ano de vida, nos anos de 2008 a 2013, registrados no Sistema de Informações sobre Mortalidade. Métodos: Trata-se de um estudo exploratório, transversal de cunho epidemiológico, baseado em dados de óbitos infantis por transtornos falciformes nos anos de 2008 a 2013, obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade, com o acesso ao DATASUS, (e) analisados por meio da estatística descritiva. Resultados: Entre os casos de óbitos, 72,7% foram do sexo masculino, prevalecendo a raça/cor parda (54,5%) e faixa etária entre 28 a 364 dias de vida (90,1%). Conclusão: O estudo demonstra uma alta taxa de letalidade e prevalência da doença falciforme.


Palavras-chave


Anemia Falciforme; Mortalidade Infantil; Perfil de Saúde

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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/rscdauefs.v0i0.1658

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