http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/issue/feed Revista de Saúde Coletiva da UEFS 2022-04-18T19:45:19-03:00 Thereza Christina Bahia Coelho revistasaudecoletiva@uefs.br Open Journal Systems <p>A Revista de Saúde Coletiva da UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana) - RSC da UEFS, <strong>ISSNe 2594-7524 e ISSN-L 1677-7522</strong>, faz parte do Portal de Periódicos da UEFS, é vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UEFS, tem periodicidade contínua, volume anual, e publica produções científicas relacionadas às áreas de Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde, Epidemiologia e Ciências Sociais. </p> <p>A RSC da UEFS se encontra indexada no Portal de Periódicos da CAPES, na LATINDEX, Google Scholar e faz parte do Fórum de Editores de Saúde Coletiva da ABRASCO. </p> <p>Abreviatura: Rev. Saúde Col.</p> <p><strong>Web Qualis B4 (2019)</strong></p> <p> </p> http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7334 Impacto da pandemia pela COVID-19 na coleta de leite pelos Bancos de Leite Humano no Brasil 2021-08-09T23:15:07-03:00 Adriana Mesquita Cordeiro dri.mesquita@hotmail.com Bruna Cássia Macedo dos Santos brunacassia.nutri@gmail.com Ricardo Alves da Fonseca ricardo.fonseca@ufrr.br <p>Em 2020, a pandemia da COVID-19 foi declarada pela OMS, impactando na vida de toda a população mundial. Por essa razão, esta pesquisa teve como objetivo analisar o impacto da pandemia da COVID-19 na doação de leite humano para os Bancos de Leite, enquadrando-se como estudo descritivo longitudinal com abordagem quantitativa. Foram analisados os dados de doação de leite de 2019 e 2020 dos BLH do Brasil, através de estatística descritiva e inferencial, mediante a aplicação do teste t de Student, (alfa = 0,05). Como resultado, evidenciou-se que a média anual de doadoras apresentou uma redução significativa em 2020 (p &lt; 0,05) e uma queda expressiva e significativa em no total médio de leite distribuído, de 2019 para 2020, que não chegou até os receptores (p = 0,01). Tal queda pode ser explicada pelo descarte do leite contaminado, decorrente, principalmente, de coleta inadequada. A fim de garantir melhores resultados em quantidade de LH adequado à nutrição dos neonatos, o trabalho realizado pelo BLH quanto à orientação e assistência às doadoras se faz imprescindível neste processo, com foco na manutenção dos estoques de LH suficientes para atender à demanda.</p> 2022-04-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7841 Frequência e fatores associados à COVID-19 em minorias sexuais e de gênero: potencialidades da atenção primária à saúde 2022-02-21T22:03:58-03:00 Isadora Viegas Martins isadoraviegas6@gmail.com Janderson Diego Pimenta da Silva jandersonpimenta@hotmail.com Juliana Lustosa Torres jlt.fisioufmg@hotmail.com <p>Objetivo: Identificar a frequência e os fatores associados à COVID-19 na população de minorias sexuais e de gênero brasileira e discutir a potencialidade da atenção primária à saúde na busca ativa desses casos. Método: Este estudo transversal com adultos foi realizado em agosto-novembro, 2020. A variável dependente foi o diagnóstico auto-referido de COVID-19. Odds ratio (OR) e intervalos de confiança de 95% (IC 95%) foram estimados pela regressão logística. Resultados: Foram incluídos 976 respondentes. A frequência de COVID-19 foi 4,8% (IC95% 3,6-6,6). Homens-cis (OR = 3,57; IC95% 1,52-8,39), transexuais e não binários (OR = 4,11; IC95% 1,23-13,74) vs. mulheres-cis e trabalho fora do domicílio durante a pandemia (OR = 2,22; IC95% 1,12-4,40) apresentaram maiores chances de COVID-19; e ausência de pessoa próxima diagnosticada atual ou previamente com COVID-19 (OR = 0,15; IC95% 0,04-0,64), as menores. Conclusão: Apesar da COVID-19 ser infrequente neste grupo, seu controle precisa ser maior em homens, transexuais e não binários e mais expostos a infectados no trabalho e no dia-a-dia.</p> 2022-05-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7520 Perfil epidemiológico dos casos de COVID-19 na VIII região de saúde de Pernambuco, Brasil 2021-11-19T21:36:31-03:00 Eliane Oliveira da Silva eliane.oliveira.ane@hotmail.com Laís Ferrari dos Santos lais.vigilancia@gmail.com Kátia Sampaio Coutinho coutinhokatia@hotmail.com Jackeline Alves de Lucena Tabosa jackelinealucena@hotmail.com Aline Silva Jerônimo alinesjeronimo@gmail.com <p>Objetivos: Analisar o perfil epidemiológico da COVID-19 na VIII Região de Saúde de Pernambuco, a fim de compreender melhor a conjuntura de propagação da doença. Método: Trata-se de um estudo transversal, descritivo, do tipo quantitativo realizado, entre os meses de março a outubro de 2020, em uma região de saúde. Resultados: Notou-se que os casos totais da doença predominam no sexo feminino, entre faixa etária de 30-39 anos, entretanto os casos graves e óbitos apresentaram um perfildiferente, acometendo mais o sexo masculino à medida que eleva a faixa etária. Na distribuição temporal, foram observados períodos mais críticos e mais estáveis, todavia não condizentes com um controle significativo da doença. A ocorrência de óbitos não foi iminente ao surgimento de casos. O município mais populoso concentrou a maioria dos óbitos, porém a maior letalidade ocorreu no município com menor população da Região de Saúde. Algumas comorbidades como Diabetes Mellitus e Doença Cardiovascular predominaram nos casos que evoluíram para óbito e os sintomas respiratórios foram característicos. Conclusão: O perfil epidemiológico da Covid-19 na VIII Região de Saúde de Pernambuco, no período estudado, é complexo e dinâmico, possui predominância de casos leves, incidência indicando os municípios de Orocó e Lagoa Grande com maior risco à doença, letalidade da região inferior a 2% e concentração espacial da doença entre municípios limítrofes de Petrolina.</p> 2022-04-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7358 Cuidado de mulheres vítimas de violência doméstica na visão de profissionais de atenção básica 2021-10-06T19:11:27-03:00 Diovana Macêdo da Mata diovanadamata@hotmail.com Rita de Cássia Gabrielli Souza Lima rita.lima@univali.br <p>O artigo analisa a percepção de profissionais da atenção básica sobre a violência doméstica e o manejo das práticas de cuidado. Caracteriza-se como uma investigação de delineamento qualitativo, exploratório-descritivo, desenvolvida através de roteiros semiestruturados, com um informante-chave e sete profissionais de saúde. Os dados foram analisados por meio da técnica temática ajustada e abordagem ético-política. Observou-se que a percepção dos profissionais em relação à violência doméstica transita da visão patriarcal, representada pela condição feminina de subalternidade e tabu, para a produção de sofrimento e emoções aflitivas, especialmente, o medo. Profissionais revelam dificuldades para lidar com as situações que se apresentam. Concluiu-se que a realidade impõe fronteiras epistemológicas e estruturais, ao manejo da violência doméstica no território, que acabam inviabilizando a produção de estratégias de ancoragem humanística.</p> 2022-04-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7323 Incapacidade funcional e fatores associados em idosos comunitários 2021-07-29T17:44:39-03:00 Ariana Carvalho Machado arianamachado_88@yahoo.com.br William Lucas Ferreira da Silva williamluccas@yahoo.com.br Leonardo Campos Gomes camposgomesleonardo@gmail.com Raphael Aluisio Quina Dias rqd_@hotmail.com Isabel Cristina Gonçalves Leite isabel.leite@ufjf.edu.br Danielle Teles da Cruz danitcruz@yahoo.com.br <p>Inquérito domiciliar de base populacional que estimou a prevalência de incapacidade funcional (IF) para realização de Atividades Instrumentais da Vida Diária e fatores associados em 400 idosos. Para a análise dos fatores, foi construído um modelo teórico de determinação (3 blocos hierarquizados) com uso da regressão de Poisson. A prevalência de IF pela Escala de Lawton e Brody foi 15% e associou-se com aumento da idade, baixo grau de escolaridade, raça/cor branca e necessidade de auxílio para andar.</p> 2022-04-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7716 Educação permanente em saúde: construção de saberes e práticas em busca da resolubilidade na Estratégia Saúde da Família 2022-01-04T13:10:40-03:00 Bianca de Oliveira Araujo boaraujo@uefs.br Maria Angela Alves do Nascimento angelauefs@yahoo.com.br Mariana de Oliveira Araujo moaraujo@uefs.br <p>A Estratégia Saúde da Família busca a reorientação da Atenção Básica à Saúde na concretização do Sistema Único de Saúde e precisa estar preparada para o desenvolvimento de ações resolutivas. Uma das ferramentas que poderá ser usada no planejamento, execução e avaliação das suas ações na construção de seus saberes e práticas é a Educação Permanente em Saúde (EPS). Para tanto, neste estudo o objetivo é descrever a construção de saberes e práticas da EPS para a equipe de Saúde da Família em busca da resolubilidade da produção do cuidado em saúde. Trata-se de uma pesquisa qualitativa descritiva, tendo 18 participantes: 10 trabalhadores de saúde e 8 gestores. Foram utilizadas como técnicas de coleta de dados a entrevista semiestruturada; e analisados os dados pelo método Análise de Conteúdo. Os resultados evidenciaram que a EPS poderá influenciar a produção do cuidado. Percebe-se que a EPS e os conhecimentos assimilados permitem a reflexão sobre a formação, o trabalho, os problemas do serviço, as necessidades de transformações e de se unir à comunidade, o que vai permitir o desenvolvimento de ações concretas e resolutivas no cotidiano de trabalho.</p> 2022-05-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7362 Representações sociais de acadêmicas de pedagogia sobre vacinação 2021-12-07T11:56:25-03:00 Fernanda Larissa Borges da Silva lari_bg97@hotmail.com Rita de Cássia Dias Nascimento nascimentoritadias@gmail.com Cleuma Sueli Santos Suto cleuma.suto@gmail.com Laura Emmanuela Lima Costa manuela.jacobina@gmail.com Fernanda Oliveira Trindade Machado fetrindadefsa@yahoo.com.br Eliana do Sacramento Almeida esalmeida@uneb.br <p>Objetivo: Apreender as representações sociais de acadêmicas de pedagogia sobre vacinação. Método: Trata-se de uma pesquisa de campo de caráter descritivo e abordagem qualitativa, ancorada na teoria das representações sociais, realizada em uma universidade pública no interior da Bahia. Participaram 99 universitárias de pedagogia, maiores de 18 anos, em setembro de 2019, por meio da coleta de dados com a utilização da Técnica de Evocação Livre das Palavras processado no Iramuteq e, um questionário semiestruturado para caracterização do grupo. Resultados: Os achados revelaram representações diferenciadas acerca do processo vacinal, ora enfatizando a prevenção/proteção do indivíduo, ora objetivando no sentimento de medo e na dor, por trás desse ato. Considerações finais: O estudo reforça significados ambivalentes da vacinação, explicitando a necessidade de ampliar a discussão deste tema nos espaços acadêmicos e escolares no intuito de alargar a rede de apoio às famílias para o enfrentamento do movimento antivacina.</p> 2022-04-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/6863 Saúde da população em situação de rua diante da pandemia da COVID-19 2021-03-31T14:07:06-03:00 Felicialle Pereira da Silva cialle@hotmail.com Raphael Alves da Silva raphaelalves770@hotmail.com Fernanda Carla de Carvalho Leitão nandaeps@yahoo.com.br Elizandra Cássia da Silva Oliveira elizandra.cassia@bol.com.br Selene Cordeiro Vasconcelos selumares@gmail.com <p>Objetivo: refletir sobre a saúde da população em situação de rua diante da pandemia da COVID-19. Métodos: trata-se de um estudo de reflexão pautado nas políticas públicas e literaturas recentes relacionadas ao tema. Resultados: as precárias condições de vida das pessoas em situação de rua favorecem à COVID-19, além de outras doenças. A adoção de medidas de proteção recomendadas para evitar a COVID-19 são pouco viáveis para essa população. Portanto, as ações preventivas imediatas são desafiadoras, visto que costumam viver em ambientes aglomerados, e muitos não possuem a proteção concreta e simbólica de uma casa. Diante da gravidade da situação atual, evidencia-se a emergente necessidade do investimento em um conjunto de medidas de proteção à saúde acessíveis para essa população. Conclusão: A preocupação sobre os impactos da pandemia da COVID-19 sobre a população em situação de rua deve ser prioridade das políticas de saúde e da assistência social. A equipe multidisciplinar de saúde deve buscar atuação neste espaço de cuidado, por meio de ações intersetoriais que possam promover cuidado e proteção social, durante e após a pandemia.</p> 2022-03-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/5842 Importância da educação permanente em saúde para a promoção do acolhimento na Estratégia Saúde da Família 2021-08-20T19:31:55-03:00 Laissa Pinheiro da Cruz laissapinheiro@hotmail.com Larissa Oliveira dos Santos larissa.ol@hotmail.com Bianca de Oliveira Araujo boaraujo@uefs.br <p>O acolhimento é descrito como ato de acolher, receber, escutar, admitir, concretizando um efeito de aproximação. A Educação Permanente em Saúde (EPS) pode ser utilizada como estratégia para o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades na oferta e prestação do acolhimento com escuta qualificada na Atenção Básica. Objetiva-se relatar a experiência de graduandas do curso de Enfermagem na realização de uma atividade de EPS sobre a temática de promoção do acolhimento na Estratégia de Saúde da Família. Trata-se de um relato de experiência de uma atividade de EPS realizada para trabalhadores de saúde de uma Unidade de Saúde da Família. As ações para implementação da atividade envolveram três etapas (identificação do problema, planejamento e implementação da ação) e ocorreram entre novembro de 2019 e março de 2020. Participaram da atividade 18 trabalhadores da saúde. Como estratégia para avaliar o impacto da ação educativa sobre os conhecimentos dos trabalhadores de saúde foi aplicado pré e pós-teste. A partir das discussões e dos resultados da aplicação do teste percebeu-se que a atividade realizada permitiu refletir sobre as práticas do acolhimento realizadas e desenvolver novos conhecimentos que serão capazes de influenciar na realização de um acolhimento humanizado e resolutivo.</p> 2022-03-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/6200 Influência das mídias sociais na automedicação na pandemia da COVID-19 2021-04-21T14:21:31-03:00 Irineu Ferreira da Silva Neto yrineuferreira@gmail.com Isadora Ellen Feitoza Ricardino isadoraricardino@gmail.com Maria Nathalya Costa Souza nathalya535@hotmail.com Annalu Moreira Aguiar annalumaguiar@gmail.com <p>No contexto atual, os meios de comunicação, como a internet, divulgam informações sobre estudos de tratamentos experimentais para COVID-19, desencadeando automedicação. Objetivou-se apresentar a influência das mídias sociais frente a automedição durante a pandemia da COVID-19. Trata-se de uma revisão de literatura, realizada nas bases de dados SciELO e PubMed, utilizando-se os descritores: Fake News, Self-medication, COVID-19, Social media e Risk, combinados pelo operador booleano “AND”. Selecionou-se publicações entre janeiro e junho de 2020, em inglês. Constatou-se que as mídias sociais se configuram como uma fonte de obtenção de informações, durante a pandemia. A partir dos meios digitais, a população obtém conhecimento acerca de terapias, favorecendo a automedicação. Medidas como monitoramento de informações compartilhadas nas redes e maior cautela dos profissionais no momento da <br />disseminação de descobertas são fundamentais para que se possa minimizar os riscos causados pela automedicação.</p> 2022-03-27T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/8008 Saúde em tempos de guerra 2022-04-18T19:45:19-03:00 Thereza Christina Bahia Coelho revistasaudecoletiva@uefs.br <p>A pandemia de COVID-19 continua matando brasileiros e cidadãos de todo o mundo. Ela expôs falhas sistêmicas em todas as áreas sociais e acelerou processos em curso, ampliando as crises violentas do capitalismo, expondo desigualdades sociais, racismo, machismo, homofobia e todo tipo de mal gerado por resquícios autoritários que a cultura humana se recusa a expurgar. Por outro lado, cresce a possibilidade de uma nova ordem mundial multilateral para a qual devemos estar preparados. No campo da saúde coletiva, inúmeras experiências vêm buscando transformações nesse sentido desde o nascimento da Reforma Sanitária Brasileira. O Número 1 do Volume 12 da Revista de Saúde Coletiva da UEFS faz um debate continuado acerca das problemáticas que pressionam o campo, lançando questionamentos, construindo conhecimentos e oferecendo soluções possíveis.</p> 2022-04-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS