http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/issue/feed Revista de Saúde Coletiva da UEFS 2022-07-23T22:35:32-03:00 Thereza Christina Bahia Coelho revistasaudecoletiva@uefs.br Open Journal Systems <p>A Revista de Saúde Coletiva da UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana) - RSC da UEFS, <strong>ISSNe 2594-7524 e ISSN-L 1677-7522</strong>, faz parte do Portal de Periódicos da UEFS, é vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UEFS, tem periodicidade contínua, volume anual, e publica produções científicas relacionadas às áreas de Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde, Epidemiologia e Ciências Sociais. </p> <p>A RSC da UEFS se encontra indexada no Portal de Periódicos da CAPES, na LATINDEX, Google Scholar e faz parte do Fórum de Editores de Saúde Coletiva da ABRASCO. </p> <p>Abreviatura: Rev. Saúde Col.</p> <p><strong>Web Qualis B4 (2019)</strong></p> <p> </p> http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7536 Conhecimentos e práticas de contracepção de emergência entre universitárias(os) 2021-11-24T13:59:08-03:00 Nátaly Viviane Maia Gama da Cunha Nataly_vivi@hotmail.com Fernanda Larissa Borges da Silva lari_bg97@hotmail.com Kellen Karoline Almeida dos Santos karoline19amaral@gmail.com Márcia Rejane Leite da Silva Martins marciarejaneleite2011@hotmail.com Everton Paulino dos Santos ton.paulino@gmail.com Chalana Duarte de Sena Fraga chalanaduarte@gmail.com Magna Santos Andrade magnaenf@yahoo.com.br <p>Introdução: A iniciação sexual vem ocorrendo precocementee tem causado muitas discussões. Embora existam métodos anticoncepcionais altamente eficazes, muitas gestações ocorrem sem planejamento. Assim, no sexo desprotegido, o Contraceptivo de Emergência (CE) torna-se solução momentânea para reduzir as chances de uma gravidez indesejada. Objetivo: Descreveros conhecimentos e práticas de universitárias(os) sobre a contracepção de emergência. Metodologia: Estudo descritivo, quantitativo, com 292 universitários de uma universidade estadual do interior da Bahia. O instrumento da coleta foi um questionário semiestruturado autoaplicável. Os dados foram inseridos, armazenados e analisados com o auxílio do pacote estatístico SPSS. Foi realizada análise exploratória e descritiva da amostra. Resultados: Dos participantes, 79,8% (233) afirmaram ter vida sexual ativa, destes, 72,1% (168) já usam algum método anticoncepcional, porém 88% (205) afirmaram ter relações sexuais desprotegidas, enquanto 63,9% (131) já usaram CE. Quando questionados por que não usaram CE após todas as relações sexuais, 63,5% (99) relataram que não queriam usar e 14,7% (23) afirmaram esquecer-se de usar o método, sendo que 99,2% (130) compraram o CE na farmácia. Nenhuma das quatro perguntas foi respondida corretamente. Considerações finais: Este estudo evidenciou o comportamento de risco de estudantes universitárias, reforçando a necessidade de intervenção no meio acadêmico com ênfase na educação sexual.</p> 2022-10-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7771 Qualidade de vida de mães de crianças com deficiências físicas e mentais 2022-03-21T14:38:58-03:00 Maryana Thais de Campos Fruhling maryanafruhling@gmail.com Daiane Suele Bravo daianebravo@hotmail.com Maria Fernanda Pereira Gomes m_fernanda_pgomes@hotmail.com Mariana Souza Santos marisouzastos@gmail.com Vanessa Ramos Lopes Valverde vanessaramos9227@gmail.com Lislaine Aparecida Fracolli lislaine@usp.br <p>Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de mães de filhos com deficiência física e/ou mental. Método: Estudo transversal, avaliativo, de abordagem quantitativa, desenvolvido com mães dos projetos destinados ao acompanhamento de crianças com algum grau de deficiência física e/ou mental, em um município do interior de São Paulo, utilizando como instrumento de avaliação o World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF), versão em português. Resultados: Os domínios geral, físico, psicológico, relações sociais e ambientais foram classificadas como regulares. No domínio psicológico, a imagem corporal e aparência precisam de aprimoramento. No domínio meio ambiente, os recursos financeiros, acesso a informações e habilidades, assim como o ambiente físico também receberam pontuações que apontam a necessidade de melhorar. Conclusão: Pesquisas adicionais são necessárias para enfatizar as necessidades das mães cuidadoras, a satisfação com o tratamento oferecido e as dificuldades de acesso a serviços especializados e redes de apoio.</p> 2022-07-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7751 Prevalência de inaptidão em doadores de sangue por insuficiência de hemoglobina/hematócrito em um Hemocentro do Extremo Norte do Brasil 2022-03-21T14:15:06-03:00 Daniela Ribeiro Roque danielarroque@yahoo.com.br Nerlene Furtado de Amorim Nahmias nerlene.amorim@gmail.com Ricardo Alves da Fonseca ricardo.fonseca@ufrr.br Fabíola Christian Almeida de Carvalho fabiola.carvalho@ufrr.br <p>A hemoglobina e hematócrito baixos são os maiores fatores de inaptidão nos candidatos a doação de sangue, principalmente em candidatas do sexo feminino, devido à menstruação e gestação. A investigação socioepidemiológica do doador visa garantir segurança para o doador e o receptor e ocorre através do processo de triagem nos bancos de sangue. No Brasil, as legislações que regem a hemoterapia são as RDC 034, de 2014, e a Portaria de Consolidação nº 05, de 2017. Objetivo: Traçar o perfil epidemiológico dos candidatos à doação de sangue inaptos por insuficiência de hemoglobina/hematócrito, em relação a sexo, idade, cor autodeclarada e escolaridade; analisar o impacto da inaptidão desses doadores, no ano de 2020, e inferir o percentual das inaptidões pesquisadas no quadro de inaptidão geral do Hemocentro de Roraima (Hemoraima). Métodos: Trata-se de estudo transversal, retrospectivo, com dados secundários disponibilizados pelo Hemoraima, de 11.635 candidatos à doação de sangue no Hemoraima, no período de janeiro de 2020 a dezembro de 2020. Resultados: Desses candidatos, 1.790 foram considerados inaptos (15,38%), sendo que 478 destes inaptos por insuficiência de hemoglobina/hematócrito (Hb/Ht) correspondem a 26,70% dos candidatos inaptos. Conclusão: Destaca-se que o perfil mais encontrado foi de mulheres entre 20 e 29 anos, caucasianas brasileiras de nível médio completo.</p> 2022-07-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7541 Perfil sorológico para toxoplasmose em mulheres na idade reprodutiva, Santa Cruz, Rio Grande do Norte 2022-03-27T21:33:27-03:00 Flaviana Maria de Sousa Melo flavianamelo13@gmail.com Heloisa Mara Batista Fernandes Oliveira heloisambf@gmail.com Vanessa Santos de Arruda Barbosa vanessa.santos@professor.ufcg.edu.br <p>A toxoplasmose é uma zoonose causada pelo Toxoplasma gondii, um protozoário com ampla distribuição mundial. Essa infecção apresenta maior impacto em indivíduos imunocomprometidos e nas infecções congênitas. Objetivou-se avaliar o perfil sorológico para toxoplasmose de mulheres em idade reprodutiva (15-49 anos) atendidas em uma maternidade-escola de Santa Cruz, Rio Grande do Norte (RN). Foi realizado um estudo descritivo, retrospectivo e quantitativo em que se analisou os laudos de 274 mulheres, do período de janeiro a maio de 2018. As variáveis estudadas foram: resultado das sorologias IgG e IgM anti-Toxoplasma, idade, zona e bairro de residência e método(s) de diagnóstico(s) utilizado(s). Dos 274 laudos, 40,1% apresentaram sorologia reagente para IgG anti-T. gondii. Apresentaram IgM anti-T.gondii reagente, 0,7%, enquanto 47,8% eram suscetíveis à toxoplasmose. Dos 241 laudos com sorologias conclusivas (soropositivas ou suscetíveis), as mulheres na faixa etária 31-42 anos apresentaram associação estatisticamente significativa com soropositividade e uma ocorrência 1,4 vezes maior que as de 15-30 anos (p = 0,014; RP=1,420, IC = 1,086-1,859). O maior percentual de soropositivas foi na zona urbana (72,2%) e bairro Paraíso (43,2%) da cidade de Santa Cruz. Desse modo, verificou-se que há necessidade de programas de promoção a saúde e melhorias sanitárias e ambientais para as mulheres da região.</p> 2022-12-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7733 Tendência e Características da Sífilis Congênita e Materna no Rio de Janeiro: 2007-2017 2022-03-21T14:06:17-03:00 Alan Messala de Aguiar Britto alanmessala@yahoo.com.br Paulo César Vieira da Costa Júnior enfopc2018@gmail.com Leandro Ferreira Lopes Landeira leandrolandeira@gmail.com Sérgio Felipe Abreu de Britto Bastos sergio.felipe@dme.ufrj.br Elizabeth Stankiewicz Machado emachado@infolink.com.br <p>Objetivo: Descrever o perfil das notificações de sífilis congênita (SC) e sífilis gestacional (SG) e da análise temporal das taxas de incidência no banco de dados do SINAN, no período de 2007 a 2017 no Estado do Rio de Janeiro. Métodos: Estudo quantitativo, descritivo utilizou informações do SC-SINAN e SG-SINAN. A análise temporal testou modelos de regressão polinomial utilizando a distribuição anual da taxa de incidência. Resultados: No SC-SINAN observa-se aumento progressivo nas notificações; 93,4% eram crianças ≤ 6 dias e taxa de letalidade foi 2,4%. Das mães dos casos de SC, 46,5% foram diagnosticadas com sífilis no pré-natal e apenas 11,8% dos parceiros trataram. No SG-SINAN, as notificações cresceram, principalmente em mulheres de 20 a 30 anos, com o diagnóstico cada vez mais precoce com o passar dos anos. Houve redução na transmissão vertical. A análise temporal da taxa de incidência revela uma tendência de crescimento tanto da SC quanto SG. Conclusão: Estes dados sugerem que o aumento na detecção da SG reduziu a expansão da SC, ainda que o aumento anual no número de casos demonstre que a sífilis não está controlada, portanto medidas que garantam a assistência pré-natal, o tratamento do parceiro sexual e o treinamento em saúde deveriam ser priorizados.</p> 2022-10-16T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7845 Cuidado em saúde às pessoas com HIV/AIDS e problemas de adesão ao tratamento durante a pandemia do Covid-19 em um serviço especializado 2022-02-23T18:30:26-03:00 Taiara Paim de Almeida paimtaiara90@gmail.com Fernanda Fávero Alberti ffalberti@live.com Agnes Nogueira Gossenheimer ag.far@gmail.com Lígia Carangache Kijner ligiakijner@yahoo.com.br <p>Introdução: A pandemia do Sars-Cov-2 (COVID-19) intensificou a demanda assistencial das pessoas que vivem com HIV ou AIDS (PHIV/AIDS), sustentando a necessidade de elaboração de estratégias que visassem minimizar as consequências que a quarentena, o distanciamento social e a ausência de consultas clínicas pudessem acarretar principalmente nos seus tratamentos. Em resposta a esses desafios, surgiu a reorganização dos fluxos assistenciais em diferentes cenários e essas modificações ocorreram a nível global. Neste contexto, identificou-se como necessário nos serviços de saúde que fossem desenvolvidas estratégias para minimizar fatores que contribuíssem para a não adesão ao tratamento. Objetivos: Descrever a reformulação, estruturação e adequação do processo de trabalho da equipe multidisciplinar de um serviço especializado em HIV/AIDS durante a pandemia do COVID-19, através da implementação de um novo modelo de Ambulatório de Adesão e adequação de um grupo de apoio ao modelo remoto (telessaúde). Métodos: Trata-se de um estudo de caráter qualitativo, descritivo do tipo relato de experiência profissional. Foi utilizado o checklist Standards for Reporting Qualitative Research (SRQR) para nortear o desenvolvimento metodológico e reportar de forma adequada os resultados. A sistematização de experiências proposta por Oscar Holliday foi utilizada para explicitar a experiência profissional vivenciada. Resultados: O relato descreveu a partir de maio de 2020, quando o Ambulatório de Adesão, serviço previamente existente no Ambulatório de Dermatologia Sanitária, localizado em Porto Alegre - RS, começou a ser estruturado para se adaptar aos protocolos da pandemia do COVID-19. Esse processo envolveu a equipe multidisciplinar de saúde, composta por 10 profissionais de diferentes núcleos dos saberes (farmacêuticos, enfermeiros, assistentes sociais, nutricionistas e psicólogos). Conclusões: A estruturação do Ambulatório de Adesão foi necessária para melhorar os fluxos dentro do serviço e amparar usuários não aderentes ao tratamento. Além disso, evidenciou-se também o papel dos recursos tecnológicos como forma de prover assistência aos pacientes e o acompanhamento e monitoramento diante do cenário da COVID-19.</p> 2022-08-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7862 Jogo de Tabuleiro como instrumento pedagógico para a educação permanente em saúde na Estratégia Saúde da Família: um relato de experiência 2022-05-18T09:56:44-03:00 Isis Thamara Cerqueira de Araujo isis_thamara@hotmail.com Cíntia Maria Barreto dos Santos cintiamariabs@hotmail.com Bianca de Oliveira Araújo boaraujo@uefs.br <p>O presente estudo tem como objetivo relatar a experiência de residentes de saúde da família, no desenvolvimento de atividade de Educação Permanente em Saúde (EPS), para os trabalhadores de uma Unidade de Saúde da Família (USF) sobre o Gerenciamento dos Resíduos dos Serviços de Saúde (GRSS). Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, sobre a atividade de EPS em uma USF do interior baiano, que utilizou o jogo de tabuleiro sobre GRSS como instrumento pedagógico para a discussão e construção de conhecimentos. A aplicação do jogo proporcionou uma pertinente reflexão acerca dos processos de trabalho em cada setor da USF, com a construção dos saberes, através do compartilhamento de experiências entre os participantes, além da reflexão sobre os desafios enfrentados na prática de trabalho, com discussão de propostas de governabilidade local e de articulação com a gestão para a resolução das problemáticas levantadas. Possibilitou-se a reflexão crítica sobre a prática dos trabalhadores e a construção de conhecimento de maneira colaborativa, permitindo a integração e corresponsabilização para a transformação da realidade em que atuam. O Plano de GRSS na Atenção Básica norteia o manejo, incentivando a EPS e a consciência de gestão compartilhada.</p> 2022-11-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS http://periodicos.uefs.br/index.php/saudecoletiva/article/view/7755 Repercussões e estratégias de cuidado em saúde mental: cuidando do trabalhador de saúde no enfrentamento da COVID-19 2022-03-21T14:21:07-03:00 Israel Coutinho Sampaio Lima isracoutinho@hotmail.com Adriano da Costa Belarmino adrian_belarmino@hotmail.com Maria Eunice Nogueira Galeno Rodrigues eunicegaleno@hotmail.com Antonio Rodrigues Ferreira Junior arodrigues.junior@uece.br Ana Suelen Pedroza Cavalcante anasuelen15@hotmail.com José Jackson Coelho Sampaio jose.sampaio@uece.br <p>A saúde mental dos trabalhadores da saúde precisa ser rediscutida como uma questão de saúde ocupacional a ser promovida e preservada, sobretudo em situações de crise, como a vivida atualmente na pandemia da COVID-19. O estudo buscou refletir sobre as repercussões e estratégias diante do sofrimento psíquico vivido por trabalhadores de saúde no enfrentamento da COVID-19. Para tanto, construiu-se uma reflexão sobre a influência da política nacional e da pandemia atual na saúde mental dos trabalhadores. Sugere-se que as estratégias para a promoção e a preservação da saúde mental dos trabalhadores que enfrentam a COVID-19 devem considerar três grandes nós críticos: apoio governamental, com garantia das leis de saúde e segurança ocupacional, bem como planejamento baseado em evidências; apoio organizacional, com foco na educação permanente, garantia de equipamentos de proteção individual e suporte psicossocial; apoio social, que engloba os suportes familiares, comunitários e trabalhadores. Assim, a saúde mental dos trabalhadores da saúde é influenciada pelas atividades laborais no enfrentamento da COVID-19, especialmente em um ambiente de precarização do trabalho, constituindo-se desafio a ser superado no sistema de saúde a implantação de estratégias de apoio.</p> 2022-07-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista de Saúde Coletiva da UEFS