O TEXTO IMAGÉTICO: ESTUDO DAS FOTOGRAFIAS DO HOLOCAUSTO

Jéssica Pâmela Bomfim Silva

Resumo


A fotografia surgiu há milhares de anos, depois das representações artísticas pré-históricas e das técnicas de pintura, com a mesma função de informar e transparecer o mundo e com as diferenças de registrar com conforto e realidade. O surgimento da fotografia se deu com o aperfeiçoamento da pintura, porque havia insatisfação com a falta da realidade e do conforto ao produzir as telas, como afirma Barthes (1984, p.26), “[...] para fazer os primeiros retratos (em torno de 1840), era preciso submeter o sujeito a longas poses, atrás de uma vidraça em pleno sol; tornando-se objeto, isso fazia sofrer como uma operação cirúrgica [...]”. À vista disso, com a invenção da fotografia tornou-se possível produzir uma imagem de forma rápida, cômoda, sem sofrimento e eternizando os momentos através de câmera.
A fotografia evoluiu bastante desde a sua invenção, sendo de grande serventia nos registros pessoais, no fotojornalismo, na publicidade, na propaganda, tornando-se essenciais no nosso cotidiano. Quer seja para informar, recordar ou para vender, as fotografias nos rodeiam de diversas formas e já não sabemos viver sem elas.
Nesse contexto, o objetivo dessa pesquisa, foi analisar as fotografias do Holocausto. A escolha do corpus, dessa pesquisa, justifica-se pelo motivo dessas fotografias serem “testemunhas” verídicas, ou seja, memórias históricas verdadeiras da Segunda Guerra Mundial que revelam os acontecimentos ocorridos nesse período através de cópias fiéis, por isso as fotografias são importantes e precisam ser analisadas, elas não mentem, são espelhos e refletem igualmente a realidade retratada.


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