AVALIAÇÃO IN VITRO DO EFEITO ANTICOLINESTERÁSICO DE FRAÇÕES OBTIDAS DO EXTRATO ETANÓLICO DE Ocotea spixiana

Janaína da Silva Ribeiro

Resumo


Os fármacos com ação anticolinesterásica têm sido utilizados no tratamento de doenças neurodegenerativas associadas à déficits de acetilcolina, principalmente da doença de Alzheimer. A maioria dos medicamentos disponíveis possuem afinidade apenas para a acetilcolinesterase (AChE), porém substâncias com capacidade de atuar sobre as duas colinesterases podem potencializar e prolongar o benefício do tratamento anticolinesterásico (Freitas et al., 2009).
O gênero Ocotea representa um dos principais membros da família Lauraceae. No Brasil, este gênero é representado por cerca de 170 espécies distribuídas em várias regiões do Brasil, inclusive no Nordeste (Brotto e Baitello, 2012). Dentre as atividades biológicas relatadas para algumas espécies de Ocotea, pode-se destacar o efeito carrapaticida (Conceição et al., 2017) e anticolinesterásico (Amoo et al., 2012). Poucos relatos científicos têm sido encontrados sobre as atividades biológicas de Ocotea spixiana. Elevado efeito inibitório in vitro de diferentes extratos dessa espécie sobre a atividade da enzima acetilcolinesterase foi descrito por Cassiano (2014).
O presente estudo teve como objetivos avaliar in vitro o efeito inibitório de frações de O. spixiana frente a butirilcolinesterase (BChE) e realizar a caracterização química da fração mais ativa.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2504

Apontamentos

  • Não há apontamentos.