A NOÇÃO DE LIBERDADE EM DESCARTES: IMPLICAÇÕES DAS VERSÕES LATINA E FRANCESA

Naama Enéas da Silva Almeida

Resumo


Compreender os motivos pelos quais os seres humanos são levados a agir do modo pelo qual o fazem tem sido – e continua sendo – uma questão constantemente debatida pela Filosofia. Esse texto tem por propósito realizar uma investigação acerca da noção de liberdade humana segundo Descartes. Para tanto, pretende-se compreender como se articulam os conceitos de ‘entendimento’, ‘vontade’, ‘livre-arbítrio’ e ‘Deus’ no sistema filosófico do mencionado autor, especialmente na obra Meditações.

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Referências


Fontes primárias (obras de Descartes):

DESCARTES, René. Meditações sobre Filosofia Primeira. René Decartes; tradução: Fausto Castilho. Ed bilingue em latim e portugues – Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2004.

_________________. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultura, 1973

_________________. Oeuvres de Descartes. Paris: Librairie Philosophique J. Vrin. 1996. 11 vol. Publiées par Charles Adam e Paul Tannery.

_________________. Princípios da Filosofia. São Paulo, Editora Rideel, 2005

Fontes

Fontes secundárias:

ALQUIÉ, Ferdinand. A filosofia de Descartes. 3ª edição, Lisboa, 1903.

BEYSSADE, Jean-Marie. Études sur Descartes. Paris: Éditions du Seuil, 2001.

BEYSSADE, Michelle. A doutrina da liberdade de Descartes: diferenças entre os textos francês e latino da quarta meditação. ANALYTICA, Rio de Janeiro, vol 13 nº 2, 2009, p.225-242.

__________________. Descartes. Tradução de João Gama. Lisboa: Edições 70, 1989.

ROCHA, Ethel Menezes. Infinitude da vontade nos homens e em Deus segundo Descartes. ANALYTICA, Rio de Janeiro, vol 15 nº 1, 2011, p.125-144.

SILVA, Franklin Leopoldo e. Descartes: a metafísica da modernidade. 2. Ed. São Paulo: Moderna, 2005.


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