AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM PORTADORES DE CÂNCER DE TIREÓIDE ATENDIDOS NA UNIDADE DE ALTA COMPLEXIDADE EM ONCOLOGIA (UNACON) E MULTICLIN DE FEIRA DE SANTANA-BA

Jaíne Rocha e Silva

Resumo


Segundo as estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência
de câncer na população mundial em 2030 será de 27 milhões de casos novos e o
número de mortes por esta doença alcançará 17 milhões anualmente (INCA, 2011).
O câncer de tireoide representa 5% de todos os casos de câncer diagnosticados no
mundo (POLLOCK et al, 2006).
Essa doença é a neoplasia maligna mais comum do sistema endócrino, afetando
mais frequentemente as mulheres do que os homens, sendo que a maioria dos casos
ocorre entre pessoas de 25 a 65 anos de idade (ALMEIDA et al, 2013).
As consequências desse tipo de neoplasia podem afetar profundamente a
Qualidade de Vida (QV) das pessoas acometidas, pois o tratamento é agressivo
(mutilador), mesmo anos após o tratamento, interferindo nas atividades da vida
diária, no que se refere à funcionalidade e à autoimagem (ONAKOYA et al, 2006).
Durante os últimos anos, a avaliação da qualidade de vida foi reconhecida como
um importante medidor de sobrevida em medicina, sobretudo em oncologia. Nesse
sentido, em 1993, o World Health Organization – Quality of Life Group
(WHOQOL), definiu qualidade de vida como: percepção individual da posição do
indivíduo na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores nos quais ele está
inserido e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações.
Diante de tal cenário, efetuar pesquisas sobre qualidade de vida em pacientes
com câncer é fundamental para levantar os domínios afetados e planejar intervenções
para reabilitar esses pacientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de
vida dos portadores de câncer de tireóide atendidos em unidades de referência em
oncologia de Feira de Santana-Ba.


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