Instrumentos de Avaliação da Capacidade Motora: Uma Revisão Sistemática da Literatura

Júlia de Paula Silva

Resumo


A integração sucessiva da motricidade implica na constante e permanente maturação orgânica. O movimento contém em si mesmo sua verdade tem uma orientação significativa em função das necessidades que o meio suscita. O movimento e o seu fim são uma unidade desde a motricidade fetal até a maturidade plena (NETO, 2007).
Para Teixeira (2005) a deficiência motora pode ser ainda uma alteração no corpo que provoca dificuldades de movimentação, incapacitando o indivíduo participar da vida em suas diversas dimensões, de forma independente.
O processo de incapacidade é assim representado por dimensões distintas, mas inter-relacionadas. Deficiência (impairment) inclui sistemas ou partes do corpo que não funcionam apropriadamente; incapacidade (disability) centra-se em coisas que as pessoas não podem fazer, especialmente atividades básicas da vida diária e o desempenho de papéis socialmente esperados (SAMPAIO; LUZ, 2009).
A deficiência motora é caracterizada por problemas de mobilidade e coordenação motora geral em decorrência de fatores congênitos ou adquiridos como lesões nervosas, neuromusculares e osteoarticulares (BRASIL, 2008).
A maioria das deficiências motoras é derivada de condições crônicas de saúde geradoras de elevado nível de dependência de cuidados, requerendo abordagem multiprofissional (PASSOS, 2016). Desta forma, é necessário que os profissionais avaliem de forma correta a deficiência para assim contribuir com o paciente e sua família, traçando um plano de cuidado eficaz e que possa garantir maior autonomia possível.
A partir disso este estudo teve como objetivo, identificar quais os instrumentos estão sendo utilizados nacionalmente e internacionalmente para a avaliação da capacidade motora.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.3850

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