MAPEAMENTO DE INSTITUIÇÕES SOCIOASSISTENCIAIS E DE SAÚDE QUE TRABALHAM COM ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RUA EM FEIRA DE SANTANA - BA

Sidney Sheldon Oliveira Bessa

Resumo


A necessidade de proteção de crianças e adolescentes é evidente na atualidade e imprescindível para as dinâmicas sociais, já que envolve diversas áreas do conhecimento, como a educação e a saúde, as quais analisam a situação dos mesmos, levando a promoção de medidas que objetivam suprir suas necessidades, garantir o desenvolvimento ideal, fornecer oportunidades de inserção social e certificar a ocorrência de todo esse processo buscando corrigir possíveis carências. Ao mesmo tempo, é necessário que as políticas públicas sejam articuladas e operantes buscando, assim, dar o suporte adequado àqueles indivíduos vulneráveis considerando a integralidade como propõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lima & Capellini, 2011).
Moura, Silva & Noto (2009) trazem que o a apropriação da rua por crianças e adolescentes vai além de questões como moradia e sobrevivência, configurando-se também como uma rede de existência social, que podem levar a formas diversas e conflitantes de vida, se constituindo como uma cultura alternativa que auxilia no processo de adaptação social às realidades onde riscos e vulnerabilidades são mais difíceis e antagônicos.
Gracianni (1997) observa que os meninos de rua são vistos como personagens de características negativas, marginais e malandros, evidenciando um desvio social do papel de cidadão e pessoa humano, sendo afastados do contato e convívio social, reforçando o distanciamento das instituições de apoio e serviços disponíveis ao público que é excluído, vulnerável e sujeito as mais diversas fatalidades e riscos.
Com base nessas ideias, o trabalho “A inclusão social de adolescentes em situação de rua: vulnerabilidades e práticas de saúde” buscou entender aspectos que permeiam a vida de
adolescentes em situação de rua, analisando as instituições responsáveis por prestação de serviços socioassistenciais e de saúde a essa parte da população mais vulnerável.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.3883

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