PERFIL DE PREMATUROS NASCIDOS VIVOS EM UM MUNICÍPIO DO INTERIOR DA BAHIA

Taynara Bispo Conceição

Resumo


A prematuridade é representa um grande problema de Saúde Pública, pois acarreta às famílias e à sociedade em geral um custo social e financeiro de difícil mensuração, além de ser um determinante de morbimortalidade neonatal, principalmente em países em desenvolvimento. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência dos partos prematuros é maior nos países pobres e atualmente está em torno de 12% maior do que em nações mais desenvolvidas (9%) (Ramos; Cuman, 2009; Howson; Kinney; Lawn, 2012).
Considerando a estatística de prematuros nascidos vivos, sabe-se que um percentual considerável dos neonatos pré-termo precisa de auxílio para iniciar a transição cardiorrespiratória para a adaptação à vida extrauterina. Dados da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais indicam que, em 2010, dos nascidos vivos prematuros de extremo baixo peso e sem malformações, 60% precisaram de ventilação com pressão positiva, dos quais 40% melhoraram com a ventilação por máscara facial e que aproximadamente 6% foram ventilados com cânula traqueal e receberam massagem cardíaca e/ou medicações na sala de parto (Brasil, 2012).
Assim, este estudo justifica-se em gerar conhecimento das características de um grupo populacional contribuindo para a redução dos índices dos indicadores de saúde, principalmente o coeficiente de mortalidade infantil. Esses dados alicerçarão, direcionarão e subsidiarão as ações propostas pelos diversos a assistência à saúde, bem como sua forma de execução. Portanto, uma avaliação contínua desses indicadores de saúde pelas administrações públicas forneceria estratégias para assistência integral à criança e instrumentos para redução da incidência de morbimortalidade infantil.
Diante disso, questiona-se: Qual o perfil de prematuros nascidos vivos em um município no interior da Bahia? Cujo o objetivo é identificar o perfil de recém-nascidos prematuros nascidos vivos em uma cidade do interior da Bahia.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.3888

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