ANÁLISE AMBIENTAL DO PÓLO DE GUANAMBI – BA: RELAÇÃO ENTRE DADOS SOCIOECONÔMICOS E DESERTIFICAÇÃO

Mariana Oliveira de Jesus

Resumo


A desertificação resulta do desgaste do solo em regiões semiáridas e subúmidas secas, decorrentes das transformações climáticas e da ação humana, o fenômeno pode ser definido como a “degradação das terras nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas” (BRASIL, 1996, p. 113).
Esse processo gera significativos problemas socioambientais tais como: migrações, perda da capacidade produtiva do solo, diminuição da renda média e do consumo da população, perda da biodiversidade e ampliação da pobreza. Os baixos rendimentos econômicos da região semiárida e altos índices de pobreza estão associados a dois fatores: primeiro o clima - que favorece a escassez hídrica prejudicando assim as atividades econômicas, por exemplo, agropecuária. O segundo- as questões sociais e políticas que pode se relacionar a concentração de latifúndios e a efetividade das políticas de combate à seca (IPEA, 2015).
Tal realidade se faz presente no Pólo de Guanambi, área do presente estudo que está localizada no Sudoeste da Bahia, entre as coordenadas geográficas 14º13'30" de Latitude Sul e 42º46'53" de Longitude Oeste, e conta com 14 municípios: Palmas de Monte Alto, Caetité, Matina, Igaporã, Candiba, Urandi, Lagoa Real Sebastião Laranjeiras, Iuiú, Pindaí, Licínio Almeida, Guanambi, Malhada e Livramento de Nossa Senhora. A presente pesquisa teve como objetivo analisar os dados referentes ao Produto Interno Bruto (PIB) e da renda per capita e Rendimento Médio Mensal no Pólo, explicando a relação entre a evolução dos números, desertificação e vulnerabilidade ambiental.


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