Atividade fotoprotetora de extratos e frações de Lippia insignis

Hismirllei Santana Lima

Resumo


Existe uma analogia estrutural entre os filtros solares sintéticos e os princípios ativos de produtos naturais que possam apresentar uma ação fotoprotetora, como os flavonoides, uma vez que a absorção ultravioleta tem sido verificada quando se utiliza extrato vegetal em produtos farmacêuticos e cosméticos (RAMOS et al., 1996). Filtros solares são substâncias capazes de absorver, refletir ou refratar a radiação ultravioleta e assim proteger a pele da exposição direta da luz solar (GIOKAS et al., 2005). A atividade biológica de um protetor solar é avaliada por sua habilidade em proteger a pele de eritemas e edemas, reduzir o risco de queimaduras e o risco de carcinoma de células da camada basal e espinhosa (TOYOSHIMA et al., 2004).
Plantas do gênero Lippia são comumente usadas pela população para a cura de diversas enfermidades, destacam-se pelo aroma forte e agradável e seu aspecto atrativo no período de floração. Estudos comprovaram que algumas espécies desse gênero possuem principalmente ação antimicrobiana, antinociceptiva e anti-inflamatória (COSTA et al., 2002). Lippia insignis é um arbusto aromático nativo do Estado da Bahia, com distribuição na caatinga e cerrado (SALIMENA, MULGURA, 2014), com relatos de atividade antioxidante e presença de flavonoides (FREITAS, 2016). Assim o objetivo deste trabalho foi determinar a ação fotoprotetora de caules, folhas e inflorescências de Lippia insignis e fracionar o extrato do orgão mais promissor na busca de novos ativos.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.4010

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