AVALIAÇÃO IN VITRO DO POTENCIAL ANTIMICROBIANO DO ÓLEO ESSENCIAL DE Lippia ssp FRENTE A LEVEDURAS DE OCORRÊNCIA NA CANDIDÍASE BUCAL

Horácio Freitas Bomfim

Resumo


A candidíase bucal caracteriza-se pelo aparecimento de lesões superficiais ou
profundas, agudas ou crônicas (CLIFF, et al., 2008) podendo ser causada por diferentes
espécies do gênero Candida, entre elas, C. albicans, C. tropicalis, C. glabrata, C. krusei, C.
parapsilosis, C. guilliermondii (ZEGARELLI, 1993). Trata-se de uma infecção oportunista
que acomete pacientes hospitalizados, principalmente em unidades de terapia intensiva, assim
como indivíduos imunosuprimidos (SIQUEIRA, et al., 2014). O tratamento consiste no uso de
antifúngicos tópicos a exemplo da nistatina, ou na administração sistêmica de medicamentos
como o fluconazol e a anfotericina-B (NETO; DANESI; UNFER, 2008).
A busca por novas substâncias de interesse farmacológico presentes em plantas
envolve uma série de fatores, dentre eles o uso popular e a presença de metabólitos
secundários com atividade biológica já comprovada (CALIXTO, 2005). O gênero Lippia tem
uma grande importância para a flora brasileira e neotropical devido a sua representatividade e
utilização econômica, como condimento e pelas suas propriedades medicinais (REIS, et al.,
2014). Estudos farmacológicos das espécies de Lippia comprovam sua atividade
antimicrobiana, antifúngica, larvicida e repelente, com destaque para os óleos essenciais
(COSTA et al., 2017). Assim, notou-se a importância de avaliar a atividade antifúngica frente
as espécies C. albicans, C. parapsilosis, C. glabrata, C. krusei e C. tropicalis dos óleos
essenciais das espécies de Lippia.


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