LEVANTAMENTO DAS PLANTAS MEDICINAIS E TÓXICAS DO CAMPUS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA

Gabriel Barros da Silva

Resumo


O uso de plantas medicinais surgiu, segundo Almeida (2011), à medida que o homem tentava suprir suas necessidades básicas, através das casualidades, tentativas e observações, conjunto de fatores que constituem o empirismo. O homem pré-histórico diferenciava plantas comestíveis das que atualmente sabemos que possuem potencial medicinal intuitivamente ou pela observação dos animais, os quais buscavam nas ervas a cura para as suas afecções (OLIVEIRA & SILVA, 1994). O conhecimento popular passou a ser compilado e guardado como parte da identidade cultural de muitos povos e está presente no cotidiano destas comunidades até hoje, sendo pertinente destacar que diversas organizações têm reunido esforços para implementar a prática e o uso adequado de plantas medicinais (COSTA & GUTIÉRREZ, 2016).
O uso de plantas medicinais e a sua inclusão nos serviços de saúde vêm sendo estimulados desde a década de 1970 pela Organização Mundial da Saúde (BRANDÃO, 2009). Contudo, apenas em 1995 esforços começaram a ser empreendidos no Brasil, visando estimular os estudos com plantas medicinais. Assim, estudos científicos sobre plantas medicinais no Brasil são recentes e, apesar de toda biodiversidade, basicamente todas as plantas medicinais estudadas e usadas não pertencem à flora brasileira devido à falta de estudos científicos que comprovem suas ações (BRANDÃO, 2009).
Portanto, esta pesquisa visou o estudo científico sobre plantas medicinais e tóxicas, produzindo material didático para ser utilizado em atividades com a comunidade em geral. Esse guia contém foto, nome(s) popular(es), nome científico, e descrição sucinta sobre o uso e/ou restrição destas plantas.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.4055

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