ANÁLISE DA FREQUÊNCIA RELATIVA DE TOXINAS ISOLADAS DE AMOSTRAS DE Escherichia coli COLETADAS DE BEZERROS COM DIARRÉIA, DO RECÔNCAVO BAIANO.

Gabrielle Casaes Santana

Resumo


A Escherichia coli é uma enterobacteriaceae gram-negativa e anaeróbica facultativa. Certas características bioquímicas a distinguem das outras bactérias como por exemplo, a capacidade de fermentar lactose, produzir indol e reduzir nitrato (AZOLA, 2016). A E. coli faz parte da microbiota residente do lúmen intestinal e não causa dano ao indivíduo, entretanto, cepas patogênicas podem causar enfermidades em variados vertebrados (STELLA, 2009). Dentre essas enfermidades, a colibacilose é causada pela Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC) e acomete animais neonatos causando vários níveis de diarreia e desidratação (RECK, 2009). A ETEC tem como característica principal a produção de duas enterotoxinas: a termolábil (LT) e a termoestável (ST). Ao produzir essas toxinas, a E. coli induz um aumento na secreção de liquido no lúmen intestinal, como consequência da diminuição da absorção de sódio feita pelas células afetadas, resultando em diarreia (ALMEIDA, 2013; ANDRADE, 2013; RECK, 2009;). Apesar de todas essas toxinas serem produzidas pela ETEC, algumas ainda não foram encontradas em bezerros, como é o caso da STb, LT-I e LT-IIc (AZOLA, 2016; NAWAR et al. 2010).
Objetivou-se com esse estudo analisar a frequência relativa das toxinas identificadas em amostras de Escherichia coli coletadas de fezes diarreicas de bezerros neonatos, no recôncavo da Bahia.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i22.4131

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