Impactos da prática de atividade física em estudantes com Doença Falciforme de Feira de Santana – Ba

Gabriela Silva Santos

Resumo


A atividade física é conhecida por trazer diversos benefícios, corporais ou sociais, para os seus praticantes. Mesmo assim, quando falamos na prática de atividade física para pessoas com a Doença Falciforme, é causada uma polêmica, por acharem que para esse grupo em específico, a prática não é recomendada.
A Doença Falciforme (DF) é uma mutação genética que induz ao indivíduo produzir a hemoglobina S ao invés da hemoglobina A. Essa condição faz com que as hemácias dessas pessoas percam o formato natural de disco e tenha um formato de foice, originando o nome falciforme. A anemia falciforme, termo mais comum utilizado na sociedade, acontece quando o indivíduo recebe de herança genética dois genes S, se tornando SS. Quando recebe apenas um, é chamado Traço Falciforme, ou AS. O termo “Doença Falciforme” compreende essas e outras hemoglobinopatias.
O que sabemos é que o cuidado com a pessoa com a DF deve existir, mas uma atividade bem planejada, respeitando os limites corporais dos participantes e com o objetivo de trazer benefícios e integrar socialmente só trará ganhos para a vida do paciente.
Diante disso, a nossa justificativa se dá na necessidade de conhecer e identificar os alunos e pacientes acometidos pela doença falciforme que praticam atividade física regularmente e investigar os seus efeitos na vida desses indivíduos. Tivemos como objetivos: Identificar jovens praticantes de atividade física com a DF em Feira de Santana – Ba e investigar quais os impactos sociais e corporais da prática de AF.
As perguntas norteadoras da nossa pesquisa foram: Quais os sujeitos que tem a doença falciforme e estão inseridos num contexto de práticas regulares de exercícios físicos tanto nas escolas quanto nos demais espaços em Feira de Santana - Bahia e quais os impactos corporais e sociais dessa prática?


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