QUEDA E ASCENSÃO DE AUGUSTO MATRAGA

João Claudio Arendt

Resumo


Este ensaio analisa o conto “A hora e vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, sob a perspectiva da trajetória existencial do protagonista. Busca-se o sentido etimológico da palavra Matraga, o qual é relacionado com a conduta e o caráter da personagem, no contexto regional de que emerge. O estudo apóia-se em dados históricos sobre o coronelismo e o cangaço brasileiro.


Texto completo:

PDF

Referências


DICIONÁRIO HOUAISS DE LÍNGUA PORTUGUESA. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

CARVALHO, José Murilo de. Mandonismo, coronelismo, clientelismo: uma discussão conceitual. Dados — Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 40, n. 2, p. 229- 250, 1997.

MELLO, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do sol: o banditismo no Nordeste do Brasil. Recife: Massangana, 1985.

QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O Coronelismo numa interpretação sociológica. In: FAUSTO, Boris. (Org.). História geral da civilização brasileira. São Paulo: DIFEL, 1975, t. III, v. 1, p. 155-190.

ROSA, João Guimarães. Sagarana. Rio de Janeiro: Record, 1984.

VERISSIMO, Erico. O continente, v. 1. 28. ed. São Paulo: Globo, 1991.




DOI: http://dx.doi.org/10.13102/cl.v9i1.1553

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Universidade Estadual de Feira de Santana

A Cor das Letras está indexada em: 
 
 

A Revista A Cor das Letras está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

ISSNe 2594-9675 
ISSN-L 1415-8973