O EU POÉTICO E A FUSÃO dos opostos em Jorge de Lima

Roberval Pereyr

Resumo


O problema da cisão entre instâncias opostas está na base da própria natureza
do homem, enquanto animal simbólico – o ser da linguagem por excelência. A propósito, fazemos nossas as palavras de Octavio Paz, que diz: “O homem é homem graças à linguagem, graças à metáfora original que o fez ser outro e o separou do mundo natural. (...) é um ser que se criou ao criar uma linguagem. Pela palavra, o homem é uma metáfora de si mesmo”.


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Referências


PAZ, Octavio. O arco e a lira, 1982, p. 42.

LIMA, Jorge de. Poesia completa, 1980, vol. 1, p. 45.




DOI: http://dx.doi.org/10.13102/lm.v1i1.1724

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