EMERGÊNCIA E CRESCIMENTO INICIAL DE ESPÉCIES DE PHYSALIS EM DIFERENTES SUBSTRATOS REGIONAIS

David Santana Guimarães

Resumo


O gênero Physalis pertence à família Solanaceae, que é uma das maiores entre as angiospermas. No Brasil a espécie de maior ocorrência é a P. angulata L., de importância medicinal e pouco cultivada, conhecida popularmente como bucho-de-rã, juá-de-capote e camapú (Lorenzi, 2000). A espécie P. ixocarpa Brot. Ex Hormen é conhecida como tomatilho e tomate de cáscara, e é muito cultivada em todo o hemisfério ocidental, tendo característica marcante a presença de fruta esférica de coloração verde ou verde-roxa.
A propagação da Physalis é através de sementes, que possuem alto percentual de germinação, entretanto os gastos são altos já que a comercialização e produção das mesmas são restritas. A produção de mudas se apresenta como uma alternativa quando se sabe que as sementes de uma determinada espécie ou variedade apresentam determinados problemas e necessitam de um maior cuidado na fase de germinação e emergência (Minami, 1995).
O substrato é um fator primordial para a obtenção de mudas de qualidade (Peixoto, 1986). Segundo Souza (2001), substratos alternativos podem ser utilizados para a produção de mudas e para o cultivo de plantas. Sainju et al. (2001) destaca a importância da utilização de matérias primas regionais para a redução do custo de produção de mudas, visto que ainda são espécies pouco exploradas em nossa região. Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o melhor substrato para a germinação e desenvolvimento inicial de mudas das espécies P. angulata e P. ixocarpa na região nordeste do Brasil.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2172

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