EXTRAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE ATIVIDADE DA PEROXIDASE DO RABANETE EM DIFERENTES ESTÁGIOS DE CRESCIMENTO E ANALISE DA INFLUENCIA DOS ÍONS CÁLCIO, COBALTO (II) E COBRE (II) NO CRESCIMENTO IN VITRO.

Natália Bispo Lima

Resumo


As peroxidases se destacam no cenário biotecnológico, por serem encontradas em diversas fontes na natureza, não dependerem de co-fatores e atuarem sobre um amplo número de substratos. Podem ser consideradas enzimas bifuncionais, pois catalisam a oxidação de uma ampla variedade de compostos por meio de peróxido de hidrogênio, mas também produzem espécie reativa de oxigênio (MOHAMED et al.,2011). Uma das reações mais conhecidas é a desidrogenação oxidativa onde a enzima atua como catalisador. Um exemplo típico é a oxidação do guaiacol, via radicalar, comumente utilizada no monitoramento da atividade de peroxidases vegetais (DOERGE et al., 1997). As peroxidases são muito utilizadas na indústria para descolorar tecidos. Esta capacidade oxidativa das peroxidase faz com que sejam também utilizadas no setor ambiental para o monitoramento de contaminantes em efluentes provenientes das indústrias de óleo, tintas, polímeros e medicamentos. PARVULESCU et al., (2011). O rabanete é uma cultura de ciclo curto e o ambiente exerce grande interferência na qualidade de suas raízes. Segundo Leite (1976) variações nas condições de temperatura e umidade do solo durante o desenvolvimento das plantas podem prejudicar a produtividade e a qualidade das raízes. Considerando este fato o trabalho visa conhecer a influência dos íons cálcio (Ca), cobalto Co (II) e cobre Cu (II) na atividade peroxidásica do rabanete e o período em que se encontra maior atividade.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2275

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