EFEITOS COLATERAIS DO TRATAMENTO ONCOLÓGICO EM CRIANÇAS SUBMETIDAS A QUIMIOTERAPIA

Brisa Santos Macedo

Resumo


As neoplasias que atingem as crianças mais freqüentemente são as leucemias, os
tumores do sistema nervoso central, os tumores de ossos e partes moles, linfomas,
tumores renais e neuroblastoma. A quimioterapia intensiva associada ou não a
radioterapia é o tratamento adotado na maioria dos casos. Dentre as complicações que
surgem durante o tratamento quimio e radioterápico, destacam-se a mucosite.
Estudos atuais definem a mucosite bucal como uma inflamação e ulceração
dolorosa bastante freqüente na mucosa bucal apresentando formação de
pseudomembrana. Sua incidência e severidade são influenciadas por variáveis
associadas ao paciente e ao tratamento a que ele é submetido. A mucosite é
conseqüência de dois mecanismos maiores: toxicidade direta da terapêutica utilizada
sobre a mucosa e mielossupressão gerada pelo tratamento. É considerada fonte potencial
de infecções com risco de morte, sendo a principal causa de interrupção de tratamentos
antineoplásicos. Neste estudo nos propusemos a conhecer as complicações bucais da
quimioterapia e analisar os fatores sociodemográficos da população estudada.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2286

Apontamentos

  • Não há apontamentos.