RESOLUBILIDADE DO PROCESSO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE

Erick de Carvalho Machado

Resumo


O câncer de próstata é a neoplasia mais frequente entre os homens e quarta causa de morte por neoplasia no Brasil. A incidência aumenta exponencialmente após os 50 anos de idade. Devido à importância desta doença, o Ministério da Saúde criou, em 2001, o Programa Nacional de Controle do Câncer de Próstata que tinha como objetivo diminuir a morbimortalidade associada a esta doença através do rastreamento e detecção precoce (BRASIL, 2002).
As recomendações das sociedades internacionais não são consistentes. O National Cancer Institute não recomenda o rastreamento para população geral, questionando se há redução de mortalidade com a detecção precoce. Enquanto que o American Cancer Society (ACS) sugere que o processo de triagem na população geral inicie a partir dos 50 anos e naqueles pacientes de alto risco, aos 45 anos (INCA, 2013; BRASIL, 2002). Por outro lado, o Ministério da Saúde (2016) orienta a realização do exame de próstata a partir dos 40 anos, sendo gratuito na rede SUS e assegurado pela lei nº 10.289, de 20 de setembro de 2001 (Martins et al, 2006; BRASIL, 2016).
Este estudo, portanto, tem como objetivo geral Analisar o processo de triagem e diagnóstico do câncer de próstata sintomático e assintomático na Estratégia de Saúde da Família (ESF), sendo os objetivos específicos: (1) Identificar desafios e perspectivas no processo de triagem e diagnóstico do paciente com câncer de próstata na ESF; (2) Analisar o processo de triagem e diagnóstico do paciente com câncer de próstata; e (3) Conhecer como ocorre a articulação entre a ESF e os serviços da rede de saúde frente à situação de câncer de próstata.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2296

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