AUTOESTIMA DE MULHERES E HOMENS COM DOENÇA FALCIFORME: APLICAÇÃO DA ESCALA DE ROSENBERG

Luana Santana Brito

Resumo


As pessoas com Doença Falciforme (DF) padecem com as diversas consequências dos danos promovidos pela doença a exemplo de: infecções, crises álgicas, acidente vascular cerebral, úlceras crônicas de perna e outras urgências significativas, que, invariavelmente, aumentam o número de hospitalizações e diminuem as horas dispensadas à escola e às demais atividades produtivas (LEVENSON, 2008). Manifestações psicológicas freqüentes como ansiedade, depressão, e perda da autoestima estão relacionadas à natureza crônica e fatal da doença e se intensificam frente às repetidas internações (THOMPSON; GUSTAFSON, 1998).
De acordo com Dini, Quaresma e Ferreira (2004), a autoestima é um componente da qualidade de vida e é definida como sentimento, apreço e consideração que uma pessoa tem por si própria, ou seja, quanto ela gosta de si, como ela se vê e o que pensa sobre ela mesma. A mensuração da autoestima tem sido mundialmente realizada por meio da Escala de Autoestima de Rosenberg – EAR (Rosenberg, 1965), a referida escala é descrita como um instrumento unidimensional com capacidade para classificar o nível de autoestima em baixo, médio e alto. (SBICIGO, BANDEIRA, DELL’AGLIO, 2010).
Diante disso, o presente estudo se justifica através da necessidade de avaliar a autoestima de mulheres e homens com doença falciforme, também na tentativa de que o estudo possa fornecer informações aos profissionais de Enfermagem e de saúde que contribuam para a adoção de atitudes comprometidas, buscando melhorar a assistência a dessas pessoas adoecidas que necessitam de cuidados diferenciados. Este estudo tem como objetivo avaliar o nível de autoestima de mulheres com doença falciforme com a aplicação da Escala de Autoestima de Rosenberg.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2307

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