ESTIMATIVA DA PRODUTIVIDADE EM GENÓTIPOS DE PALMA FORRAGEIRA (Nopallea cochenilífera) CULTIVADOS EM DIFERENTES ADUBAÇÕES.

Cássio Gyovanne de Aquino Amorim

Resumo


A palma forrageira é nativa do México (Reyes-Aguero et al., 2005) e foi introduzida no Brasil por volta de 1880, no estado de Pernambuco, através de sementes importadas do Texas - Estados Unidos, apresentando boa adaptação (Silva e Carvalho, 2006). A espécie pertence à família das cactáceas, na qual existem 178 gêneros com cerca de 2.000 espécies conhecidas. Todavia, as espécies Opuntia fícus - indica e Nopalea cochenillifera Salm - Dyck, compreendem as espécies mais utilizadas como forrageiras.
A adubação da palma, independentemente da cultivar utilizada, induz incremento da área foliar e de matéria seca, refletindo no crescimento da planta e, consequentemente, na produtividade, o que acontece também para o plantio adensado e para a adubação orgânica associada à adubação química (Almeida, 2011). Os experimentos com adubação em palma forrageira no Brasil evidenciaram respostas significativas da cultura às adubações realizadas tanto do ponto de vista quantitativo como qualitativo (Leite, 2009).
Dessa maneira, a realização de testes utilizando diferentes fontes de nutrientes na adubação do solo para o plantio da palma miúda (Nopalea cochenillifera Salm- Dyck) se torna de suma importância, visto que, o incremento na produção de biomassa utilizando fontes de adubo adequadas e economicamente viáveis poderá garantir melhor uso do solo e maior disponibilidade de forragem para os animais.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2353

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