COMPOSIÇÃO QUÍMICA E ATIVIDADE FOTOPROTETORA DE EXTRATOS DE ESPÉCIES DE Physalis (SOLANACEAE)

Lucas Souza da Silva

Resumo


A família Solanaceae inclui uma ampla variedade de plantas que são econômica e farmacologicamente importantes (TOMASSINI et al., 2000). Dentre as plantas desta família, o gênero Physalis L. que inclui 75-90 espécies, predominantemente americanas com distribuição nos Estados Unidos, México, América Central, América do Sul e Antilhas, tem se destacado na família devido ao elevado potencial alimentício, ornamental e medicinal (RUFATO et al., 2008). O potencial medicinal desse gênero é atribuído à presença de um grupo de substâncias derivadas do ergostano, denominadas fisalinas, com atividade biológica já comprovada (BARROSO, 2015).
Devido ao elevado potencial e excelente aceitação no mercado, espécies do gênero são cultivadas em vários países. O Brasil apresenta 8 espécies, distribuídas por todo o país, principalmente na Amazônia e Nordeste (STEHMANN et al., 2015). Dentre essas espécies, Physalis ixocarpa Brot., conhecida popularmente como “tomate de cáscara” ou “tomatillo”, é amplamente cultivada e comercializada visando à produção de frutos consumidos in natura e utilizados na culinária (WHITSON; MANOS, 2005).
Outra espécie conhecida é a Physalis peruviana L., nativa dos Andes e denominada popularmente no Brasil como “fisalis”. Amplamente cultivada na Colômbia e na África do Sul, seu cultivo está expandindo na Região Sul do Brasil (CEDENÕ e MONTENEGRO, 2004). Seus frutos possuem grande valor nutricional e econômico (SEVERO et al., 2010).
Os frutos de P. ixocarpa e P. peruviana têm sido amplamente estudados, mas poucos relatos na literatura referem-se as demais partes aéreas dessas plantas. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a composição química e a atividade fotoprotetora dos extratos das folhas e caule de P. ixocarpa e P. peruviana.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2481

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