ANÁLISE QUANTITATIVA DE DIFERENTES CERÂMICAS ODONTOLÓGICAS SUBMETIDAS AOS PROCEDIMENTOS CLÍNICOS DE ACABAMENTO E POLIMENTO

Bethania da Silva Santos

Resumo


As cerâmicas odontológicas são materiais com excelentes propriedades estéticas, boa biocompatibilidade aos tecidos orais, grande longevidade e boa lisura superficial, o que as tornam uma importante alternativa para a substituição de dentes perdidos ou danificados (Asai, et al. 2010; Dalkiz, et al.2009; Nakamura, et al. 2010). Entretanto, a utilização deste material requer, com frequência, a realização de ajustes clínicos que contribuem para a remoção da camada mais superficial da cerâmica (Sarikaya, et al. 2010).
A remoção dessa camada mais superficial acarreta no aumento da aspereza da cerâmica. A rugosidade criada pode causar problemas clínicos importantes como; o desgaste do dente antagonista (Monasky, et al. 1971), retenção de biofilme bacteriano (Queiroz, et al. 2013), inflamação dos tecidos periodontais, alteração de cor (Haywood, et al. 1989) insatisfação estética (Haywood, et al. 1988) e menor resistência às trincas (Sarikaya, et al. 2010; Flury, et al. 2010). Como alternativa a esses problemas, estudos apontam sobre a necessidade da realização de um reglazeamento (Newitter, et al. 1982) ou acabamento e polimento nessas restaurações (Haroon, et al. 2016).
Em vista do exposto e da controvérsia sobre o tema, este estudo teve como objetivo avaliar quantitativamente a rugosidade superficial de duas diferentes cerâmicas odontológicas, submetidas a diferentes técnicas de acabamento com mesmo polimento.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2496

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