CARACTERÍSTICAS DE CRIANÇAS ONCOLÓGICAS COM FLEBITE EM DISPOSITIVOS INTRAVASCULARES PERIFÉRICOS

Fernanda da Silva Passos

Resumo


O câncer infanto juvenil é considerado uma doença rara, onde o tratamento da criança e adolescente pode ser realizado em ambientes ambulatoriais, a depender de seu diagnóstico e condição clínica. Independentemente do local, oxistem três formas principais de tratamento para o câncer: quimioterapia, radioterapia e cirurgia, dentre estas modalidades terapêuticas destaca-se a quimioterapia.
No tratamento quimioterápico, a via intravenosa é a mais utilizada, pois a mesma permite a administração da maioria dos agentes quimioterápicos em bolus, por gotejamento e por infusão contínua, através de acesso venoso periférico ou central (Maia et al., 2010). Porém o uso constante desta via pode acarretar danos à rede venosa, a exemplo da flebite, que é definidas como uma inflamação na veia.
Sendo assim, esse estudo possui como objetivo analisar a associação entre características clínicas e sociodemográficas da criança e adolescente, da CIP atual e TIV utilizada com a ocorrência de flebites em crianças e adolescentes hospitalizadas na unidade de oncologia do Hospital Estadual da Criança em Feira de Santana, Bahia.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2567

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