FATORES ASSOCIADOS À OCORRÊNCIA DE INFILTRAÇÕES INTRAVENOSAS EM CRIANÇAS COM DISPOSITIVOS INTRAVASCULARES PERIFÉRICOS EM UMA UNIDADE DE CLÍNICA MÉDICA

Camila Cursino Santos

Resumo


A utilização da Terapia Intravenosa (TIV) é uma prática que necessita de um conjunto de conhecimentos e técnicas, utilizadas principalmente pelas equipes de enfermagem na atenção a criança hospitalizada. Este procedimento sendo invasivo, pode acarretar em intercorrências clínicas, morbidades, aumentar o tempo de internamento, aumento dos custos e alguns efeitos indesejados como a infiltração a exemplo da Cateterização Intravenosa Periférica (CIP) e para diminuir este cenário, é necessário implementar o conhecimento sobre os dispositivos intravenosos e o público pediátrico que farão uso dele. De acordo com Harada e Pedreira(2011), nas Unidades de Clínica Médica um dos procedimentos hospitalares mais utilizados é a CIP. E de acordo com Simona (2012) a infiltração é uma complicação comum da terapia intravenosa (TIV). O uso de ferramentas adequadas para avaliação da TIV pode identificar a infiltração no seu início, reduzindo assim o potencial para mais grave complicações. Isto posto, questiona-se: quais são as características da criança com infiltrações na clínica médica, da CIP atual e da TIV utilizada? Há associação entre estas características com a ocorrência de infiltrações? Tem como objetivo descrever a associação entre características da criança, da CIP atual e da TIV utilizada com a ocorrência de infiltrações em crianças com condições cirúrgicas no Hospital Estadual da Criança (HEC) em Feira de Santana.

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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i21.2657

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