INFLUÊNCIA DA LUMINOSIDADE NO CRESCIMENTO E FENOLOGIA DE PLANTAS DE PHYSALIS IXOCARPA ‘ROXA’.

David Santana Guimarães

Resumo


Physalis ixocarpa apresenta grande potencial econômico, sendo produzida e comercializada em países da América do Sul e no México, onde é utilizada na preparação de pratos, enriquecendo a culinária dessas regiões. No Brasil, existem poucos estudos sobre as condições ambientais adequadas para o seu cultivo, principalmente na região Nordeste. Essa espécie pode ser uma alternativa de plantio e fonte de renda para pequenos produtores. Entretanto, há necessidade de serem realizados estudos sobre a forma de cultivo e fenologia da planta, para potencializar sua produção. O conhecimento fenológico de uma determinada espécie não permite apenas explicar muitas das reações das plantas às condições climáticas e edáficas, mas também determinar a melhor época de utilização, auxiliando no planejamento para a realização de práticas culturais, como aplicação de fertilizantes, controle de pragas, doenças e plantas invasoras bem como em pesquisas de estimativas de safra, previsão da época de maturação e programas de melhoramento (MORAIS et al., 2008).
Entre os diversos componentes do ambiente, a luz é primordial para o crescimento das plantas, não só por proporcionar energia para a fotossíntese, mas também, por fornecer sinais que regulam seu desenvolvimento através de receptores de luz sensíveis a diferentes intensidades (CARVALHO, 2004). Uma das formas de analisar a influência das diferentes condições de luminosidade nos processos fisiológicos das plantas é através da análise de crescimento e do estudo fenológico. Assim, faz-se importante um estudo da capacidade dessas plantas sobreviverem às condições climáticas do Semiárido brasileiro, região na qual o grupo de pesquisa com Physalis vem aprofundando seus estudos e aprimorando o cultivo. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar o crescimento e caracterizar as fenofases de plantas de Physalis ixocarpa ‘roxa’ cultivadas em diferentes condições de luminosidade.


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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/semic.v0i20.3037

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