OFÍCIO DE VAQUEIROS: CAMINHOS PARA O DESENHO DAS MARCAS DE FERRO
DOI:
https://doi.org/10.13102/asppdci.v1i13.4650Resumo
A figura do vaqueiro, antes mesmo de compor o cenário sertanejo com suas práticas culturais, estava presente numa cadeia produtiva onde as relações econômicas estavam arroladas ao seu trabalho, que não fugia da lógica patrimonialista. Assim, pretendemos debater conceitos a respeito do oficio de vaqueiros inerentes a ferração do gado, que identifica a propriedade animal com o desenho de família e implicações que perpassam a burocratização dos ferros de marcar o gado. Para tanto, tornou-se imprescindível a produção de dados, através de relatos orais, pelos vaqueiros que participam de festas e encontros de vaqueiros na cidade de Itaberaba, lugar pertencente ao Território de Identidade Cultural do Piemonte do Paraguaçu do Estado da Bahia, onde tornou-se possível perfazer caminhos para a produção dos desenhos das marcas de ferro, por meio de uma reflexão que suscitasse o diálogo entre a experiência prática dos vaqueiros e a plataforma teórica de autores como Virgilio Maia.Downloads
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Publicado
2019-08-20
Como Citar
Cerqueira, A. M. (2019). OFÍCIO DE VAQUEIROS: CAMINHOS PARA O DESENHO DAS MARCAS DE FERRO. Anais Do Seminário Do Programa De Pós-Graduação Em Desenho, Cultura E Interatividade, 1(13). https://doi.org/10.13102/asppdci.v1i13.4650
Edição
Seção
Desenho, Cultura e Sociedade