O EU POÉTICO E A FUSÃO dos opostos em Jorge de Lima

Autores

  • Roberval Pereyr

DOI:

https://doi.org/10.13102/lm.v1i1.1724

Resumo

O problema da cisão entre instâncias opostas está na base da própria natureza
do homem, enquanto animal simbólico – o ser da linguagem por excelência. A propósito, fazemos nossas as palavras de Octavio Paz, que diz: “O homem é homem graças à linguagem, graças à metáfora original que o fez ser outro e o separou do mundo natural. (...) é um ser que se criou ao criar uma linguagem. Pela palavra, o homem é uma metáfora de si mesmo”.

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Referências

PAZ, Octavio. O arco e a lira, 1982, p. 42.

LIMA, Jorge de. Poesia completa, 1980, vol. 1, p. 45.

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Publicado

2017-05-11

Como Citar

Pereyr, R. (2017). O EU POÉTICO E A FUSÃO dos opostos em Jorge de Lima. evista Légua eia, 1(1), 194–203. https://doi.org/10.13102/lm.v1i1.1724

Edição

Seção

Artigos