CASAS DA MEMÓRIA: Figurações da cidade em Murilo Mendes
DOI:
https://doi.org/10.13102/lm.v3i1.1977Palavras-chave:
Cidade, figurações, Murilo MendesResumo
Em A idade do serrote (1968), volume inaugural da prosa memorialística de Murilo Mendes, o poeta visionário opera a “tradução lendária” da infância a partir da simbólica do espaço edênico e seus desdobramentos. Mas é a imagem/metáfora “casa” que se expande até dominar toda a cidade, locus ora erotizado pela presença materno-feminina (casas fêmeas), ora ordenado pelas medidas do Pai (casas masculinas).Downloads
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