O sertão e a guerra de canudos em diálogo: percepções ficcionais em José de Alencar, Euclides da Cunha e Vargas Llosa

Autores

  • Francisco Lima Baca UMAM - México - PROGEL / UEFS
  • Claudio Cledson Novaes UEFS - PROGEL

DOI:

https://doi.org/10.13102/lm.v9i1.4582

Palavras-chave:

Literatura, Sertão, Transfiguração, Diálogo.

Resumo

Neste artigo estabelecemos um diálogo sobre a categoria narrativa de sertão, problematizando algumas teorias críticas da formação de identidades literárias; analisamos aspectos do romance de José de Alencar, O sertanejo, como transfiguração da natureza da região e uma idealização do espaço físico e geográfico do sertão no século XIX; em contraponto com a descrição desta mesma realidade na crônica positivista do jornalista Euclides da Cunha, Os sertões, como transição para o século XX; por fim, cotejando estas transfigurações narrativas com o romance histórico de Mario Vargas Llosa, La guerra del fin del mundo, escrito final do século XX, a partir de perspectivas literárias que enfocam a complexidade cultural contemporânea em movimentos sociais que reverberam uma política identitária latino americana a partir da literatura.

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Publicado

2019-07-01

Como Citar

Baca, F. L., & Novaes, C. C. (2019). O sertão e a guerra de canudos em diálogo: percepções ficcionais em José de Alencar, Euclides da Cunha e Vargas Llosa. evista Légua eia, 9(1), 124–131. https://doi.org/10.13102/lm.v9i1.4582

Edição

Seção

Dossiê: Imagens do Sertão na Literatura e no Cinema