INTEGRANDO AS VIGILÂNCIAS EM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A CONSTRUÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR

Autores

  • Mariana de Castro Brandão Cardoso Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) e Universidade Estadual de Feira de Santana http://orcid.org/0000-0002-1056-5377
  • Flávia Nogueira e Ferreira-de-Sousa Secretaria de Vigilância a Saúde do Ministério da Saúde (MS)

DOI:

https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v6i1.1065

Palavras-chave:

Saúde do Trabalhador, Vigilância em Saúde do Trabalhador, Vigilância Sanitária.

Resumo

 

A Vigilância em Saúde do Trabalhador (Visat) passou a ser responsabilidade de todos os munícipios da Bahia após a publicação daResolução CIB nº 249/2014. O objetivo deste artigo édescrever a experiência de integração da Vigilância Sanitária (Visa) e de Visat, na região de saúde de Itaberaba, Bahia, Brasil. Foi realizada uma oficina para capacitação dos técnicos da Visa com momentos presenciais e de dispersão, além de construção e preenchimento de um sistema de informação em Visat. Participaram da oficina 23 técnicos da Visa de nove municípios (64,2%). A primeira etapa presencial abordou a fundamentação teórica da Visat e foi construído, conjuntamente com todos os participantes, um Sistema de Informação para mapeamento dos riscos ocupacionais em ambientes e processos de trabalho, de preenchimento on-line. Posteriormente, foram realizadas ações de dispersão com os profissionais da Visa em seus municípios de atuação, com inspeções em Visat, sob o matriciamento dos profissionais do Cerest Itaberaba e Base Regional de Saúde de Itaberaba (BRS). O primeiro momento presencial foi realizado no segundo semestre do ano de 2015 e contou com a presença de 23 técnicos da Visa de nove municípios, constituindo 64,2% do total de municípios que pertencem à região de saúde de Itaberaba. Foram agendadas nove inspeções e realizadas seis (66,7%) no segundo semestre do ano de 2015. As ações de integração das vigilâncias estão em andamento. As próximas etapas consistem em: conclusão das inspeções durante o momento de dispersão; avaliação do sistema de informação e realização do segundo momento presencial da oficina.

 

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Biografia do Autor

Mariana de Castro Brandão Cardoso, Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) e Universidade Estadual de Feira de Santana

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (2006), Mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Feira de Santana (2015) e Especialização em Epidemiologia em Saúde do Trabalhador pela Universidade Federal da Bahia (2014). É funcionária públicada Prefeitura de Itaberaba - BA, lotada no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST), pesquisadora voluntária do Núcleo de Pesquisa em Epidemiologia (NEPI) da Universidade Estadual de Feira de Santana e professora da Faculdade Santo Antônio.

Flávia Nogueira e Ferreira-de-Sousa, Secretaria de Vigilância a Saúde do Ministério da Saúde (MS)

Mestre em Saúde Coletiva, área de concentração em epidemiologia e linha de pesquisa em saúde do trabalhador, pela UFBA/ISC. Possui Graduação em Fisioterapia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) (2006), Especialista em Saúde Pública pela IBPEX, Especialista em Saúde do Trabalhador pela UFBA\ISC\CESAT. Atualmente é Tecnologista Pleno da Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador (CGST), do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST) da Secretaria de Vigilância a Saúde do Ministério da Saúde (MS).

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Publicado

2016-10-01

Como Citar

Cardoso, M. de C. B., & Ferreira-de-Sousa, F. N. e. (2016). INTEGRANDO AS VIGILÂNCIAS EM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A CONSTRUÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR. Revista De Saúde Coletiva Da UEFS, 6(1), 26–30. https://doi.org/10.13102/rscdauefs.v6i1.1065

Edição

Seção

Artigos
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