PURIFICAÇÃO DA ENZIMA DEXTRANA-SACARASE A PARTIR DE Leuconostoc pseudomesenteroides

Autores

  • Isabela Souza Coccorese

DOI:

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3066

Resumo

A Dextrana é um dos exopolissacarídeos de maior importância industrial, largamente utilizada como aditivo, espessante, estabilizante e emulsificante em produtos alimentícios, cosméticos, imobilizante em processos cromatográficos, e também na área médica, agindo como anticoagulante e extensor de plasma, dentre outros (Bhavani&Nisha, 2010).
Muito empenho tem sido aplicado ao longo dos anos para desenvolver metodologias eficazes, rápidas e com menor custo para a produção das dextranas (Nigam et al., 2006); (Vettori et al., 2012). Assim, os estudos que se voltam para a dextrana-sacarase têm um papel fundamental neste processo, principalmente, os que focam na purificação da enzima, cujo emprego na produção do polissacarídeo livre de células é um promissor campo quase inexplorado da indústria (Fattah et al., 2012). Dentre os benefícios desta abordagem, pode-se frisar a redução com gastos para manter a colônia, facilidade na separação final do produto com alto grau de pureza, além da possibilidade de reaproveitamento da enzima nas etapas da produção (Chiellini et al., 2001). O objetivo deste trabalho foi isolar e purificar a enzima dextrana-sacarase a partir da linhagem nativa R2 de Leuconostoc pseudomesenteroides.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2018-03-23

Edição

Seção

Ciências Biológicas