COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE ESPÉCIES DO GÊNERO PHYSALIS (SOLANACEAE)

Autores

  • Lucas Souza da Silva

DOI:

https://doi.org/10.13102/semic.v0i20.3334

Resumo

As várias aplicações terapêuticas de espécies do gênero Physalis (Solanaceae) na medicina tradicional têm sido alvo de estudos para comprovação e identificação dos constituintes responsáveis pela ação farmacológica (Tomassini et al.,2000; Silva et al., 2005). Relatos de ação antimicrobiana, antiinflamatória, imunomoduladora, citotóxica, antitumoral, tripanossomicida e leishmanicida podem ser encontrados, sendo esta atividade atribuida principalmente a presença de fisalinas (Tomassini, 2000; Soares et al. 2002; Soares et al. 2003; Lopes et al, 2006, Da Silva et al, 2016). Estas substâncias são esteróides polioxigenados derivadas do ergostano, com estruturas complexas e a presença de duas funções lactônicas (Tomassini et al.,2000). Neste sentido, estudos para o desenvolvimento de métodos de quantificação de fisalinas encontradas em fontes vegetais produtoras destes metabólitos tornam-se importantes, como através da cromatografia líquida de alta eficiência. Desta forma, considerando que as fisalinas não são produtos comercialmente disponíveis, este estudo teve como objetivo o isolamento e identificação destas substâncias para o estabelecimento de um método de análise.

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Publicado

2018-04-09

Edição

Seção

Ciências Exatas e da Terra