A ORIGEM DOS SERES VIVOS, À LUZ DA EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO HUMANO
DA DECADÊNCIA DA CIVILIZAÇÃO GREGA, ATÉ O SÉCULO XVII: O DESTRONAMENTO DA TEORIA DA GERAÇÃO ESPONTÂNEA - Parte II
DOI:
https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi11.10061Resumo
Em sequência à Parte I deste trabalho, publicada no último número de SITIENTIBUS, o Autor registra nesta Parte II o pensamento sobre a origem dos seres vivos, durante dois mil anos, de vários e muito ilustres homens, todos eles adeptos da teoria aristotélica da GERAÇÃO ESPONTÂNEA. Esse longo período da história da Civilização medeia entre a decadência da Grécia Clássica e o começo do chamado Mundo Moderno, no século XVII. Então fundam-se as primeiras academias científicas, acontecimento de excepcional importância e que o Autor busca acentuar. Encerra-se o trabalho com o enfoque da obra do acadêmico italiano FRANCESCO REDI, destronador da teoria da GERAÇÃO ESPONTÂNEA.
