PELAS ÁGUAS, HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DE CIPÓ, BAHIA
DOI:
https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi59.4881Resumo
Este artigo, que é parte de uma tese de Doutoramento em Geografia defendida recentemente, buscou analisar as dinâmicas socioculturais da primeira Estância Hidromineral de Cipó. Para auxiliar nesta busca, descrevi o processo de turistificação deste lugar; caracterizei as dinâmicas socioculturais existentes; analisei os modos de fazer e viver o artesanato local; por fim, discuti o papel do turismo nas dinâmicas socioculturais caracterizadas. Adotou-se, por sua vez, uma abordagem qualitativa de investigação a partir de entrevistas semiestruturadas com os sujeitos da pesquisa (artesãos; gestores públicos e turistas/visitantes). Em Cipó, o turismo acontece de forma desorganizada, sem um planejamento eficaz e participativo; assim, não há o destaque dos seus principais elementos: suas águas e o artesanato. Esperase com este artigo dar subsídios para pensar políticas públicas e de planejamento territorial tendo o turismo cultural como uma alternativa viável para o desenvolvimento sociocultural e, também, econômico deste lugar.
