A “ENGENHARIA REVERSA” DE BLACKMIRROR E A (DES)CONSTRUÇÃO DO RACISMO INSTITUCIONAL BRASILEIRO

Autores

  • Bruno César Santos de Freitas Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Honodi Araujo Silva Filho Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Jader Vinícius Carvalho dos Santos Universidade Estadual de Feira de Santana

DOI:

https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi61.5734

Resumo

O presente texto tem como escopo um estudo da conexão entre a vida e a arte, por meio da análise do episódio “Men Against Fire”, do seriado de ficção científica “Black Mirror”, da Netflix. O artigo faz uma analogia entre o racismo institucional e a postura punitivista do Estado em face dos perfis marginalizados, e como o etiquetamento desses perfis é construído no imaginário da população devido a atuação da mídia como meio fomentador do medo e da falácia da falsa segurança, valendo-se de pesquisa bibliográfica, a partir de livros, artigos e publicações virtuais, que buscou constatar como se deu essa construção. Nesse sentido, constatou-se que houve uma real construção de um racismo institucional no Brasil, de modo que a saída possível seria (re)integração de determinado grupo social que durante todo tempo foi excluído.

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Publicado

2021-04-28

Como Citar

Santos de Freitas, B. C., Araujo Silva Filho, H., & Carvalho dos Santos, J. V. (2021). A “ENGENHARIA REVERSA” DE BLACKMIRROR E A (DES)CONSTRUÇÃO DO RACISMO INSTITUCIONAL BRASILEIRO. Sitientibus, (61). https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi61.5734

Edição

Seção

Artigos