ESTADO E MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO: A EDUCAÇÃO DO CAMPO COMO REAÇÃO AO CAPITAL
DOI:
https://doi.org/10.13102/sitientibus.vi49.8576Resumo
A sociedade brasileira atual é marcada por conflitos e tensões, em que os sujeitos coletivos com interesses antagônicos disputam junto ao governo a implementação e desenvolvimento de diferentes projetos de sociedade. Assim, numa perspectiva gramsciana, esse trabalho analisa a relação conflituosa entre Estado e movimentos sociais do campo no Brasil, apontando a proposta de educação do campo como uma reação às forças do capital. A partir de análise bibliográfica, percebeu-se como o governo tem se colocado em defesa da expansão do agronegócio no Brasil e que os movimentos sociais do campo criam a concepção de educação do campo como um instrumento de fortalecimento da luta pela reforma agrária, questionando a expansão do capital
no campo, buscando efetivar suas propostas por meio de políticas públicas.
