Ants and Restingas: the Relationship Between the Geometric Model, Vegetation Cover, and Myrmecofauna in a Dune Habitat in Bahia, Brazil

Authors

  • Djane dos Reis Ferreira Departamento de Ciências Exatas e da Terra, Universidade do Estado da Bahia, Alagoinhas-BA, Brazil
  • Eltamara Souza da Conceição Departamento de Ciências Exatas e da Terra, Universidade do Estado da Bahia, Alagoinhas-BA, Brazil
  • Antônio de Oliveira Costa Neto Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana-BA, Brazil
  • Antonio Teofilo Ataide do Nascimento Departamento de Ciências Exatas e da Terra, Universidade do Estado da Bahia, Alagoinhas-BA, Brazil

DOI:

https://doi.org/10.13102/sociobiology.v70i4.9311

Keywords:

Circularity index, Fragmentation, Fractal, Modeling

Abstract

In this study, we propose to investigate whether the geometric model and vegetation cover of restinga remnants influences the diversity of ants on the Northern Coast of Bahia. Using Winkler extractors and baits of honey and sardines, the ants were collected from five restinga remnants. Correlations were made between the percentage of soil with vegetation cover, circularity and fractal dimension index and the diversity and richness of ants. Lastly, Kendall correlations and Theil-Kendall regression were performed. The diversity index of ants was not associated with the percentage of soil with vegetation cover. The diversity and richness of terrestrial ants were negatively influenced by the circularity index and positively by the fractal dimension index. The circularity index was inversely proportional, while the fractal dimension index was equivalent to the ant diversity index. The similarity dendrogram showed that areas with less fragmentation had similar myrmecofauna composition. The vegetation cover of the soil does not influence the diversity of ants, but the fragmentation of the areas and the geometric model measured by the fractal dimension index have an influence, being possible that the type of soil, in general, prevents the nesting of a larger volume of species and mask the possibility of finding a closer relationship between these variables.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Alonso, L.E. & Agosti, D. (2000). Biodiversity Studies, Monitoring, and Ants: An Overview. In D. Agosti, J.D. Majer, L.E. Alonso & T.R. Schultz (Eds.), Ants: standard methods for measuring and monitoring biodiversity (pp 1-8). Smithsonian Institution Press, Washington.

Araújo, D.S.D., Pereira, M.C.A. & Pimentel, M.C.P. (2004). Flora e estrutura de comunidades na Restinga de Jurubatiba-Síntese dos conhecimentos com enfoque especial para a Formação Aberta de Clusia. Pesquisas ecológicas de longa duração na Restinga de Jurubatiba: Ecologia, História Natural e Conservação. RiMa, São Carlos, São Paulo, Brazil, 59-76 p.

Araújo, S.F.A., Cesasrz, S., Leite, L.F.C., Borges, C.D., Tsai, S.M. & Eisenhauer, N. (2013). Soil microbial properties and temporal stability in degraded and restored lands of Northeast Brazil. Soil Biology and Biochemistry, 66: 175-181.

Barbosa, L.P. & Desidério, W.D. (2003). Bait removal by ants (Hymenoptera: Formicidae) in managed and unmanaged Eucalyptus urophylla S.T. Blake Fields. Brazilian Journal of Ecology, 8: 61-63.

Bari, A., Chaouchi, M. & Jung, M. (2020). Análise Preditiva para leigos. Alta Books, 464 p.

Bolton, B. (2020). An online catalog of the ants of the world. http://antcat.org. (accessed date: 20 October 2022).

Borges, E.F., Mesquita, M., Morâes, D.H.M., Casaroli, D., Junior, J.A., Oliveira, H.F.E., Flores, R.A. & Morâes, V.H. (2020). Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Grande, oeste da Bahia-BA. Brazilian Journal of Development, 6: 31863-31875.

Britto, I.C., Queiroz, L.P., Guedes, M.L.S., Oliveira, N.C. & Silva, L.B. (1993). Flora fanerogâmica das dunas e lagoas do Abaeté, Salvador, Bahia. Sitientibus, 11: 31-46.

Carvalho, V.S., Ribeiro, R. M., Junior, V.S.S. & Alves, B.S. (2013). Caracterização de Espodossolos dos Estados da Paraíba e do Pernambuco, Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 37: 1454-1463.

Cerqueira, R. (2000). Biogeografia das Restingas. In F.A. Esteves & L.D. Lacerda (Eds.), Ecologia de restingas e lagoas costeiras (pp 65-75). NUPEM/UFRJ, Macaé, Rio de Janeiro, Brasil.

Coeli, C.M., Carvalho, M.S. & Lima, L.D. (2021). A importância da pergunta de pesquisa na análise de dados epidemiológicos. Cadernos de Saúde Pública, 37: e00091921.

Colwell, R.K. EstimateS: Statistical estimation of species richness and shared species from samples. Version 9.1.0. User’s Guide and application. http://purl.oclc.org/estimates. (accessed date: 20 October 2022).

Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais / Serviço Geológico Brasileiro (2020). Pronasolos. https://geoportal.cprm.gov.br/pronasolos. (accessed date: 21 December 2022).

Corrêa, M.M., Fernandes, W.D. & Leal, I.R. (2006). Diversidade de formigas epigéicas (Hymenoptera: Formicidae) em capões do Pantanal Sul Matogrossense: relações entre riqueza de espécies e complexidade estrutural da área. Neotropical Entomology, 35: 724-730.

Crepaldi, R.A., Portilho, I.I.R., Silvestre, R. & Mercante, F.M. (2014). Formigas como bioindicadores da qualidade do solo em sistema integrado lavoura-pecuária. Ciência Rural, 44: 781-787.

Cuiabano, M.N., Neves, S.M.A.S., Nunes, M.C.M., Serafim, M.E., Neves, R.J. (2017) Vulnerabilidade ambiental à erosão hídrica na Sub-bacia do Córrego do Guanabara/reserva do Cabaçal-MT Brasil. Geociências, 36: 138-153.

Delabie, J.H., Paim, V.R.L.M., Nascimento, I.C., Campiolo, S. & Mariano, C.S.F. (2006). As formigas como indicadores biológicos do impacto humano em manguezais da costa sudeste da Bahia. Neotropical Entomology, 35: 602- 615.

Dias, V. M. & Freire, M.G.M. (2016). Restinga: preservar não só a memória, mas também o que (ainda) existe. Biológicas e Saúde, 6: 1-7.

Estrada, M.A., Almeida, A.A., Vargas, A.B. & Almeida, F.S. (2019). Diversidade, riqueza e abundância da mirmecofauna em áreas sob cultivo orgânico e convencional. Acta Biológica Catarinense, 6: 87-103.

Fahrig, L. (2013). Rethinking patch size and isolation effects: The habitat amount hypothesis. Journal of Biogeography, 40: 1649-1663.

Fernandes, M.M. & Fernandes, M.R.M. (2017). Análise espacial da fragmentação florestal da Bacia do Rio Ubá-RJ. Ciência Florestal, 27: 1429-1439.

Fernandes, W.D. Cruz, M.C.A., Faccenda, O. & Valente, T.O. (2000). Impacto de herbicidas em uma guilda de formigas predadoras. Revista Brasileira de Herbicidas, 1: 225-232.

França, L.C.J., Morandi, D.T., Mucida, D.P., Silva, M.D. & Lisboa, G.S. (2019). Ecologia de paisagens aplicada ao ordenamento territorial e gestão florestal: procedimento metodológicos. Nativa, 7: 613-620.

Fundação SOS Mata Atlântica (2009). Floresta Atlântica. https://www.sosma.org.br. (accessed date: 12 December 2021).

Garmendia, A., Arroyo-Rodríguez, V., Estrada, A., Naranjo, E.J. & Stoner, K.E. (2013). Landscape and patch attributes impacting medium-and large-sized terrestrial mammals in a fragmented rain forest. Journal of Tropical Ecology, 29: 331-344.

Gómez, C. & Abril, S. (2011). Selective logging in public pine forests of the central Iberian Peninsula: Effects of the recovery process on ant assemblages. Forest Ecology and Management, 262: 1061-1066.

Gomes, J.P., Iannuzzi, L. & Leal, I.R. (2010a). Resposta da Comunidade de Formigas aos Atributos dos Fragmentos e da Vegetação em uma Paisagem da Floresta Atlântica Nordestina. Neotropical Entolomogy, 39: 898-905.

Gomes, J.B.V., Barreto, A.C., Filho, M.M., Vidal, W.C.L., Costa, J.L.S., Oliveira-Filho, A.T. & Curi, N. (2010b). Relações entre atributos do solo e atividade de formigas em restingas. Revista Brasileira de Ciência do Solo, 34: 67-78.

Gomide, L.R. & Lingnau, C. (2009). Simulação espacial de uma paisagem sob o efeito borda. Floresta, 39: 441-455.

Guariz, H.R. & Guariz, F.R. (2020). Avaliação do tamanho e forma de fragmentos florestais por meio de métricas de paisagem para o município de São Roque do Canaã, noroeste do estado do Espírito Santo. Revista Brasileira de Geografia Física, 13: 2139-2153.

Hölldobler, B. & Wilson, E.O. (1990). The Ants. Cambridge: Harvard University Press, 732 p.

Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil – INMET. (1992). Normas Climatológicas. https://portal.inmet.gov.br/uploads/normais/ NORMAISCLIMATOLOGICAS.pdf. (acessed date: 20 October 2022).

Hora, R.R., Zinck, L., Jaisson, P. & Delabie, J. (2007). Polidomia em Ectatomma tuberculatum (ectatomminae) em populações da Bahia e sua relação com a dominância ecológica desta espécie. Biológico, 69: 291-292.

Jacobson, A.P., Riggio, J., Tait, A.M. & Baillie, J.E. (2019). Global areas of low human impact (‘Low Impact Areas’) and fragmentation of the natural world. Scientific Reports, 9: 1-13.

Laurance, W.F., Lovejoy, T.E., Vasconcelos, H.L., Bruna, E.M., Didham, R.K., Stouffer, P.C., Gascon, C., Bierregaard, R.O., Laurance, S.G. & Sampaio, E. (2002). Ecosystem Decay of Amazonian Forest Fragments: A 22-Year Investigation. Conservation Biology, 16: 605-618.

Lino, A., Fonseca, C., Rojas, D., Fischer, E. & Pereira, M.J.R. (2019). A meta-analysis of the effects of habitat loss and fragmentation on genetic diversity in mammals. Mammalian Biology, 94: 69-76.

Lopes, M.V.A. & Santos, G.M. de M. (2020). Do Bottom-up Effects Define the Structuring of Ant (Hymenoptera: Formicidae) Communities in a Restinga Remnant? Sociobiology, 67: 223-231.

Lutinski, J.A. & Garcia, F.R.M. (2005). Análise faunística de Formicidae (Hymenoptera: Apocrita) em ecossistema degradado no município de Chapecó, Santa Catarina. Biotemas, 18: 73-86.

Majer, J.D. (1993). Comparison of the arboreal ant mosaic in Ghana, Brazil, Papua New Guinea and Australia – its structure and influence on arthropod diversity. In L.A. Salle & D. Gauld (Orgs.), Hymenoptera and biodiversity (pp. 115-141). New York: CAB International.

Menezes, L.F.T. & Araujo, D.S.D. (2005). Formações vegetais da Restinga da Marambaia, Rio de Janeiro. In L.F.T. Menezes & D.S.D. Araujo (Eds.), História Natural da Marambaia (pp 67-120). EDUR, Seropédica.

Metzger, J.P. (2003). Estrutura da paisagem: o uso adequado de métricas. In L.C. Júnior, R. Rudran & C. Valladares-Padua (Org.), Métodos de estudo em Biologia da Conservação e manejo da Vida Silvestre (pp 539-553). Editora UFPR e Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.

Mugarran, A.E. (1988). Ecological Diversity and its Measurement. Cambridge, 179 p.

Neto, R.S., Bennto, M.C., Menezes, S.J.M.C. & Almeida, F.S. (2015). Caracterização da cobertura florestal de unidades de conservação da Mata Atlântica. Floresta e Ambiente, 22: 32-41.

Nunes, M.J., Camões, M.F., McGovern, F., Santos, S. & Raes, F. (2005). Comparação de duas metodologias de atmosféricas com ferramenta estatística não paramétrica. Química Nova, 28: 179-182.

O’Neill, R.V., Krummel, J.R., Gardner, R.H., Sugihara, G., Jackson, B., Deangelis, D.L.; Milne, B.T., Turner, M.G., Zygmunt, B.; Christensen, S.W., Dale, V.H. & Graham, R.L. (1988). Indices of landscape pattern. Landscape Ecology, 1: 153-162.

Pardini, R., Souza, S.M., Braga-Neto, R. & Metzger, J.P. (2005). The role of forest structure, fragment size and corridors in maintaining small mammal abundance and diversity in an Atlantic Forest landscape. Biological Conservation, 124: 253-266.

Poteaux, C., Prada-Achiardi, F. C., Fernández, F., & Lachaud, J.P. (2015). Diversidade genética e fenotípica no gênero Ectatomma. In: Delabie, J.H.C., et al., (orgs.) As formigas poneromorfas do Brasil [online]. Ilhéus, BA: Editus, pp. 127-144.

Santos, C.R. & Rocha, P.C. (2020). Análise da fragmentação da paisagem na região extremo Oeste Paulista, Brasil. Geosul, 35: 325-349.

Schmidt, F.A., Ribas, C.R. & Schoereder, J.H. (2013). How predictable is the response of ant assemblages to natural forest recovery? Implications for their use as bioindicators. Ecological Indicators, 24: 158-166.

Segantini, H.Q., Teixeira, M., Mendes, L., Amaral, R. & Milli, T. (2015). A restinga como conteúdo curricular no ensino fundamental: estudo de caso em uma escola de Guriri, São Mateus-ES. Enciclopedia Biosfera, 11: 119-125.

Shimakura, S.E. (2006). Interpretação do coeficiente de correlação. http://leg.ufpr.br/~silvia/CE003/node74.html. (accessed date: 17 January 2023).

Silva, A.L., Longo, R.M., Bressane, A. & Carvalho, M.F.H. (2019). Classificação de fragmentos florestais urbanos com base em métricas da paisagem. Ciência Florestal, 29: 1254-1269.

Silva, R.R. & Brandão, C.R.F. (2010). Morphological patterns and community organization in leaf-litter ant assemblages. Ecological Monographs, 80: 107-124.

Silvestre, R. & Silva, R. R. (2001). Guildas de formigas da Estação Ecológica Jataí, Luiz Antônio-SP – Sugestões para aplicação do modelo de guildas como bio-indicadores ambientais. Biotemas, 14: 37-69.

Sobrinho, T.G. & Schoereder, J.H. (2007). Efeitos de borda e forma na riqueza e composição de espécies de formigas (Hymenoptera: Formicidae) em fragmentos florestais. Biodiversidade e Conservação, 16: 1459-1470.

Suguituru, S.S., Morini, M.S.C., Feitosa, R.M. &Silva, R.R. (2015). Formigas do Alto Tietê. Bauru: Canal6, 456.

Underwood, E.C. & Fisher, B.L. (2006). O papel das formigas no monitoramento da conservação: se, quando e como. Conservação Biológica, 132: 166-182.

Vargas, A.B., Mayhé-Nunes, A.J., Queiroz, J.M., Souza, G.O. & Ramos, E.F. (2007). Efeitos de fatores ambientais sobre a mirmecofauna em comunidade de restinga no Rio de Janeiro, RJ. Neotropical Entomology, 36: 28-37.

Viana, V.M., Tabanez, A.A.J. & Martínez, J.L.A. (1992). Restauração e manejo de fragmentos florestais. Revista do Instituto Florestal, 4: 400-406.

Viana, V.M. & Pinheiro, L.A.F.V. (1998). Conservação da Biodiversidade em Fragmentos Florestais. Série Técnica IPEF, 12: 25-42.

Downloads

Published

2023-10-20

How to Cite

Ferreira, D. dos R., Conceição, E. S. da, Costa Neto, A. de O., & Nascimento, A. T. A. do. (2023). Ants and Restingas: the Relationship Between the Geometric Model, Vegetation Cover, and Myrmecofauna in a Dune Habitat in Bahia, Brazil. Sociobiology, 70(4), e9311. https://doi.org/10.13102/sociobiology.v70i4.9311

Issue

Section

Research Article - Ants

Most read articles by the same author(s)