A Estética cartesiana não delimitada pelo método

Isaú Ferreira Veloso Filho

Resumo


O artigo tem como proposta apresentar a primeira obra do filósofo francês René Descartes, o Compendium of Music, além de algumas cartas trocadas com Mersene entre os anos de 1629 e 1631, para se avaliar o que levou o autor do Discurso do Método a escrever um tratado sobre teoria musical e quais as implicações dessas obras no seu pensamento. Além de impedir a falsa ilusão de um Descartes artista, pretendese demonstrar o contraponto que o filósofo representa frente à teoria dos afetos, e como esse posicionamento é o principio da ideia de subjetividade do gosto em sentido strito, isto é, o gosto como uma questão particular do sujeito. Questão que será fundamental para as noções estéticas modernas, e na qual Descartes está imerso sem ter meios de perceber

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DOI: http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i30.1326

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eISSN: 2359-6384