MAL E MISOGINIA

Maria de Lourdes Borges

Resumo


Nesse trabalho, pretendo propor uma relação entre mal e misoginia. Inicio com a teoria kantiana sobre o mal, apresentando seus três graus: fraqueza, impureza e perversidade. Analiso então o seguimento dessa discussão, nos textos de Hanna Arendt e Claudia Card, com os conceitos de banalidade do mal e de atrocidade. Num segundo momento, eu apresento a teoria sobre misoginia em Kate Manne. Por fim, estabeleço relações entre machismo, misoginia, mal e atrocidade.


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Referências


ARENDT, Hannah. Eichman in Jerusalem, um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Diagrama, 1983.

CARD, Claudia. Confronting evils: terrorismo, tortura e genocídio. New York: Cambridge University Press, 2010

KANT, Immanuel. 8. _________ Religion innerhalb der Grenzen der blossen Vernunft. Kants gesammelte Schriften. Band 6 (Königlich Preussischen Akademie der Wissenschaften, Berlin: Walter de Gruyter & Co., 1900- )

MANNE, Kate. Down girl, the logic of misogyny. New York: Oxford University Press, 2018.




DOI: http://dx.doi.org/10.13102/ideac.v1i42.5461

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eISSN: 2359-6384