TRISTANA (TRISTE–ANA), um processo de subjetivação
DOI:
https://doi.org/10.13102/lm.v3i1.1986Palavras-chave:
Violência, cinema, mulherResumo
Esse artigo apresenta uma interpretação, através de um clássico do cinema espanhol, Tristana, dirigido por Buñuel (1970), sobre a problemática da violência simbólica sofrida pelas mulheres, no espaço doméstico. A interpretação tem como suporte teórico o conceito de gênero de Scott (1990), a teoria da violência simbólica de Bourdieu (1989) e a teoria da sociologia do sujeito em Charlot (2000).Downloads
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Publicado
2017-10-08
Como Citar
Laranjeira Pereira, V. (2017). TRISTANA (TRISTE–ANA), um processo de subjetivação. evista Légua eia, 3(1), 223–230. https://doi.org/10.13102/lm.v3i1.1986
Edição
Seção
Artigos





